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	<title>Doutora Janayne Oliveira</title>
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	<description>Ginecologista e Obstetra</description>
	<lastBuildDate>Tue, 16 Jun 2026 14:44:52 +0000</lastBuildDate>
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	<title>Doutora Janayne Oliveira</title>
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		<title>Como Evitar a Infecção Urinária? Guia Completo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Dra. Janayne]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 16 Jun 2026 02:25:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ginecologia]]></category>
		<category><![CDATA[Ardência ao urinar]]></category>
		<category><![CDATA[cistite]]></category>
		<category><![CDATA[infecção urinária]]></category>
		<category><![CDATA[infecção urinária em gestante]]></category>
		<category><![CDATA[infecção urinária na menopausa]]></category>
		<category><![CDATA[pielonefrite]]></category>
		<category><![CDATA[saboneteintimo]]></category>
		<category><![CDATA[sangue na urina]]></category>
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					<description><![CDATA[Guia completo de prevencao da infeccao urinaria: hidratacao, habitos sexuais, intestino, roupas, sabonetes e cuidados pos-menopausa. Por Dra. Janayne.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">A infecção do trato urinário (ITU) é uma das infecções bacterianas mais comuns nas mulheres. Estima-se que mais de 50% das mulheres terão pelo menos um episódio ao longo da vida, e cerca de 20 a 30% apresentarão recorrência.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Isso acontece porque a uretra feminina é mais curta e fica muito próxima ao ânus, facilitando a migração de bactérias intestinais — principalmente a <em>Escherichia coli (E. coli)</em>— para a bexiga.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A boa notícia é que diversos fatores de risco podem ser modificados, reduzindo significativamente a chance de novos episódios.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<h2 class="wp-block-heading">1. Beba Água Suficiente</h2>



<p class="wp-block-paragraph">A hidratação adequada é uma das medidas preventivas mais simples e eficazes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Quando ingerimos pouca água, a urina fica mais concentrada e a frequência urinária diminui. Isso permite que bactérias permaneçam mais tempo na bexiga e tenham maior oportunidade de aderir ao revestimento urinário.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Já o aumento da ingestão hídrica promove:</p>



<p class="wp-block-paragraph">✅ Maior produção de urina</p>



<p class="wp-block-paragraph">✅ Esvaziamento mais frequente da bexiga</p>



<p class="wp-block-paragraph">✅ Redução da concentração bacteriana</p>



<p class="wp-block-paragraph">✅ Menor tempo de permanência das bactérias no trato urinário</p>



<h3 class="wp-block-heading">Quanto de água devo beber?</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Como regra geral:</p>



<p class="wp-block-paragraph">30 a 35 mL por kg de peso corporal por dia</p>



<p class="wp-block-paragraph">Exemplos:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Mulher de 50 kg → 1,5 a 1,8 litros/dia</li>



<li>Mulher de 60 kg → 1,8 a 2,1 litros/dia</li>



<li>Mulher de 70 kg → 2,1 a 2,5 litros/dia</li>



<li>Mulher de 80 kg → 2,4 a 2,8 litros/dia</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">A necessidade aumenta em situações como:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Exercícios físicos</li>



<li>Clima quente</li>



<li>Febre</li>



<li>Amamentação</li>



<li>Uso de diuréticos</li>
</ul>



<h3 class="wp-block-heading">Como saber se estou hidratada?</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Um dos melhores indicadores é a cor da urina:</p>



<p class="wp-block-paragraph">Amarelo-clara ou levemente palha = hidratação adequada</p>



<p class="wp-block-paragraph">Amarelo-escura = provável baixa ingestão hídrica</p>



<p class="wp-block-paragraph">⚠ Algumas vitaminas e remédios (principalmente complexo B) podem alterar a cor da urina.</p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity" />



<h2 class="wp-block-heading">2. Não Segure a Urina</h2>



<p class="wp-block-paragraph">A bexiga não foi feita para armazenar urina por longos períodos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Quando a urina permanece parada por muito tempo:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Ocorre multiplicação bacteriana</li>



<li>A bactéria tem mais tempo para aderir à parede da bexiga</li>



<li>A chance de infecção aumenta</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Além disso, o hábito crônico de reter urina pode alterar a função normal da bexiga.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Orientação prática</h3>



<p class="wp-block-paragraph">✅ Urinar a cada 3 a 4 horas</p>



<p class="wp-block-paragraph">✅ Esvaziar completamente a bexiga</p>



<p class="wp-block-paragraph">✅ Não esperar chegar ao desconforto intenso</p>



<p class="wp-block-paragraph">⚠ Evite permanecer mais de 6 horas acordada sem urinar.</p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity" />



<h2 class="wp-block-heading">3. Urine Após a Relação Sexual</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Essa é uma das recomendações mais importantes para mulheres que apresentam a chamada:</p>



<h3 class="wp-block-heading">&#8220;Cistite da Lua de Mel&#8221;</h3>



<p class="wp-block-paragraph">A cistite pós-coito ocorre porque durante a atividade sexual há maior movimentação de bactérias da região perineal para a entrada da uretra.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Isso não significa falta de higiene.</p>



<p class="wp-block-paragraph">É um mecanismo anatômico e mecânico.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mulheres com uretra curta ou predisposição genética podem apresentar recorrências frequentes após relações sexuais.</p>



<h3 class="wp-block-heading">O que fazer?</h3>



<p class="wp-block-paragraph">✅ Urinar após a relação sexual</p>



<p class="wp-block-paragraph">✅ Preferencialmente dentro de até 30 minutos</p>



<p class="wp-block-paragraph">✅ Hidratar-se adequadamente</p>



<p class="wp-block-paragraph">Não existe evidência de que seja necessário correr imediatamente para o banheiro.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mas dormir sem urinar após a relação pode favorecer a proliferação bacteriana.</p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity" />



<h2 class="wp-block-heading">4. Combata a Prisão de Ventre</h2>



<p class="wp-block-paragraph">O intestino e o trato urinário estão intimamente relacionados.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O intestino é o principal reservatório das bactérias que causam infecção urinária.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Quando há constipação intestinal:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Aumenta a quantidade de bactérias na região perineal</li>



<li>Há maior pressão sobre a bexiga</li>



<li>O esvaziamento vesical pode ficar prejudicado</li>



<li>Cresce o risco de recorrência</li>
</ul>



<h3 class="wp-block-heading">Objetivo ideal</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Evacuar diariamente ou pelo menos:</p>



<p class="wp-block-paragraph">✅ 3 vezes por semana</p>



<p class="wp-block-paragraph">Sem esforço excessivo.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Como melhorar o funcionamento intestinal?</h3>



<h4 class="wp-block-heading">Consumir fibras</h4>



<p class="wp-block-paragraph">Meta:</p>



<p class="wp-block-paragraph">25 a 30 g por dia</p>



<p class="wp-block-paragraph">Fontes:</p>



<p class="wp-block-paragraph">Maçã</p>



<p class="wp-block-paragraph">Kiwi</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ameixa</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mamão</p>



<p class="wp-block-paragraph">Laranja com bagaço</p>



<p class="wp-block-paragraph">Abacate</p>



<p class="wp-block-paragraph"><em>Manga</em></p>



<p class="wp-block-paragraph">Verduras </p>



<p class="wp-block-paragraph">Aveia</p>



<p class="wp-block-paragraph">Chia</p>



<h4 class="wp-block-heading">Beber água</h4>



<p class="wp-block-paragraph">Fibra sem água pode piorar a constipação.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Atividade física</h4>



<p class="wp-block-paragraph">Exercícios regulares aumentam a motilidade intestinal.</p>



<h2 class="wp-block-heading">5. Escolha Corretamente o Sabonete </h2>



<p class="wp-block-paragraph">Uma das maiores causas de irritação vulvar é o excesso de higiene.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A região genital possui um equilíbrio natural formado por:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Lactobacilos</li>



<li>Secreções fisiológicas</li>



<li>pH ácido protetor</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Quando utilizamos produtos agressivos ocorre:</p>



<p class="wp-block-paragraph">❌ Alteração do pH</p>



<p class="wp-block-paragraph">❌ Redução dos lactobacilos</p>



<p class="wp-block-paragraph">❌ Irritação local</p>



<p class="wp-block-paragraph">❌ Maior risco de infecções vaginais e urinárias</p>



<h3 class="wp-block-heading">Melhores opções</h3>



<p class="wp-block-paragraph">✔ Sabonetes suaves</p>



<p class="wp-block-paragraph">✔ Sabonetes sem perfume</p>



<p class="wp-block-paragraph">✔ Sabonetes de glicerina</p>



<p class="wp-block-paragraph">✔ Syndets (limpadores sem sabão tradicional)</p>



<p class="wp-block-paragraph">Exemplos:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Sabonete Dove Original </li>



<li>Sabonete Dove Sensitive</li>



<li>Sabonete Granado Glicerina</li>



<li>Sabonete Cetaphil Barra de Limpeza Suave</li>
</ul>



<h3 class="wp-block-heading">O que evitar?</h3>



<p class="wp-block-paragraph">❌ Duchas vaginais</p>



<p class="wp-block-paragraph">❌ Antissépticos íntimos</p>



<p class="wp-block-paragraph">❌ Sabonetes bactericidas de uso diário</p>



<p class="wp-block-paragraph">❌ Sabonetes de Bebê</p>



<p class="wp-block-paragraph">❌ Perfumes íntimos</p>



<p class="wp-block-paragraph">❌ Desodorantes vaginais</p>



<p class="wp-block-paragraph">❌ Lavar a parte interna da vagina</p>



<h4 class="wp-block-heading">Importante:</h4>



<p class="wp-block-paragraph">A vagina é autolimpante.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ela não precisa de lavagem interna.</p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity" />



<h2 class="wp-block-heading">6. Cuidados com as Roupas</h2>



<p class="wp-block-paragraph">O excesso de umidade favorece irritações e alterações da microbiota local.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Recomendações</h3>



<p class="wp-block-paragraph">✅ Calcinhas de algodão</p>



<p class="wp-block-paragraph">✅ Roupas mais ventiladas</p>



<p class="wp-block-paragraph">✅ Trocar roupa de academia após exercícios</p>



<p class="wp-block-paragraph">✅ Trocar roupa de banho molhada</p>



<h3 class="wp-block-heading">Evite</h3>



<p class="wp-block-paragraph">❌ Permanecer horas com biquíni molhado</p>



<p class="wp-block-paragraph">❌ Roupas excessivamente apertadas por períodos prolongados</p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity" />



<h2 class="wp-block-heading">7. Preserve a Flora Vaginal</h2>



<p class="wp-block-paragraph">A vagina saudável é dominada por lactobacilos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Essas bactérias produzem ácido lático e mantêm o pH vaginal ácido, dificultando a proliferação de bactérias causadoras de ITU.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Quando ocorre desequilíbrio da microbiota vaginal, aumenta o risco de:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Infecção urinária</li>



<li>Vaginose bacteriana</li>



<li>Candidíase recorrente</li>
</ul>



<h3 class="wp-block-heading">Fatores que prejudicam a flora vaginal</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Tabagismo</p>



<p class="wp-block-paragraph">Uso frequente de antibióticos</p>



<p class="wp-block-paragraph">Duchas vaginais</p>



<p class="wp-block-paragraph">Diabetes descontrolado</p>



<p class="wp-block-paragraph">Deficiência estrogênica</p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity" />



<h2 class="wp-block-heading">8. Atenção Especial Após a Menopausa</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Após a menopausa ocorre queda importante da produção de estrogênio.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Essa alteração hormonal provoca:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Afinamento da mucosa vaginal</li>



<li>Ressecamento vaginal</li>



<li>Aumento do pH vaginal</li>



<li>Redução dos lactobacilos</li>



<li>Maior colonização por bactérias intestinais</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Por isso, a deficiência estrogênica é considerada uma das principais causas de infecção urinária recorrente na pós-menopausa.</p>



<h3 class="wp-block-heading">O que pode ajudar?</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Quando não houver contraindicações e houver indicação médica:</p>



<p class="wp-block-paragraph">✅ Estrogênio vaginal</p>



<p class="wp-block-paragraph">A terapia estrogênica local pode:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Restaurar o pH vaginal</li>



<li>Aumentar os lactobacilos</li>



<li>Melhorar a saúde da mucosa urinária</li>



<li>Reduzir significativamente a recorrência das ITUs</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Hoje essa é uma das estratégias preventivas com melhor nível de evidência científica para mulheres na pós-menopausa.</p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity" />



<h2 class="wp-block-heading">9. Controle o Diabetes</h2>



<p class="wp-block-paragraph">A glicose elevada favorece o crescimento bacteriano.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além disso, mulheres com diabetes podem apresentar:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Alteração da imunidade</li>



<li>Esvaziamento vesical inadequado</li>



<li>Maior risco de infecções complicadas</li>
</ul>



<h3 class="wp-block-heading">Objetivo</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Manter:</p>



<p class="wp-block-paragraph">✅ Glicemia controlada</p>



<p class="wp-block-paragraph">✅ Hemoglobina glicada dentro da meta individualizada</p>



<p class="wp-block-paragraph">Quanto melhor o controle glicêmico, menor o risco de infecções urinárias.</p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity" />



<h2 class="wp-block-heading">10. Não Tome Antibióticos por Conta Própria</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Nem toda ardência ao urinar é infecção urinária.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os sintomas podem ocorrer também por:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Candidíase</li>



<li>Vaginose bacteriana</li>



<li>Herpes genital</li>



<li>Atrofia vaginal</li>



<li>Síndrome geniturinária da menopausa</li>



<li>Inflamações vulvares</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">O uso inadequado de antibióticos pode:</p>



<p class="wp-block-paragraph">❌ Favorecer resistência bacteriana</p>



<p class="wp-block-paragraph">❌ Aumentar candidíase</p>



<p class="wp-block-paragraph">❌ Alterar a microbiota vaginal</p>



<p class="wp-block-paragraph">❌ Dificultar tratamentos futuros</p>



<p class="wp-block-paragraph">Sempre que possível, o ideal é confirmar o diagnóstico antes de iniciar tratamento.</p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity" />



<p class="wp-block-paragraph">Se você apresenta ardência ao urinar, aumento da frequência urinária, urgência para correr ao banheiro, dor pélvica ou episódios repetidos de infecção urinária, procure avaliação ginecológica. Identificar e tratar a causa da recorrência é fundamental para evitar novos episódios e melhorar sua qualidade de vida.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Está com sintomas ou sofre com infecções urinárias frequentes? Agende sua consulta. Uma avaliação individualizada pode identificar fatores que estão favorecendo as recorrências e definir a melhor estratégia de prevenção para o seu caso.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Referências Científicas</h4>



<ul class="wp-block-list">
<li>European Association of Urology (EAU) Guidelines on Urological Infections.</li>



<li>American Urological Association (AUA) Guideline for Recurrent Urinary Tract Infections.</li>



<li>Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (FEBRASGO).</li>



<li>Hooton TM et al. Effect of Increased Daily Water Intake in Premenopausal Women With Recurrent Urinary Tract Infections. <em>JAMA Internal Medicine</em>. 2018.</li>



<li>Grigoryan L et al. Management of Recurrent Urinary Tract Infections in Women. <em>BMJ</em>. 2024.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph"></p>


<h2 class="wp-block-heading">Continue lendo sobre infeccao urinaria</h2>



<ul class="wp-block-list">
<li><a href="https://janayne.com.br/2026/06/16/sintomas-de-infeccao-urinaria-nem-sempre-e-so-ardencia-ao-urinar/">Sintomas de infeccao urinaria: nem sempre e so ardencia ao urinar</a></li>
<li><a href="https://janayne.com.br/2026/06/16/infeccao-urinaria-as-verdadeiras-causas-que-quase-ninguem-te-conta/">Causas da infeccao urinaria: o que quase ninguem te conta</a></li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Para acompanhamento ginecologico em <strong>Brasilia (Asa Sul)</strong>e <strong>Taguatinga</strong>, a Dra. Janayne Oliveira (CRM-DF 23240) atende presencialmente nas duas unidades. <a href="https://janayne.com.br/agenda/">Agende sua consulta no Distrito Federal</a>.</p>


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			</item>
		<item>
		<title>Sintomas de Infecção Urinária: Nem Sempre é Só Ardência ao Urinar</title>
		<link>https://janayne.com.br/2026/06/16/sintomas-de-infeccao-urinaria-nem-sempre-e-so-ardencia-ao-urinar/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Janayne]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 16 Jun 2026 01:41:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ginecologia]]></category>
		<category><![CDATA[Ardência ao urinar]]></category>
		<category><![CDATA[cistite]]></category>
		<category><![CDATA[infecção urinária]]></category>
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					<description><![CDATA[Sintomas da infeccao urinaria vao alem da ardencia: dor lombar, urgencia, febre, urina turva. Saiba quando procurar ginecologista em Brasilia-DF.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">A infecção urinária pode se manifestar de formas diferentes dependendo da região acometida (bexiga, uretra ou rins).</p>



<h2 class="wp-block-heading">Sintomas mais comuns da infecção urinária baixa (cistite)</h2>



<ul class="wp-block-list">
<li>Ardência ou queimação ao urinar (<strong>disúria</strong>)</li>



<li>Vontade frequente de urinar, mesmo eliminando pouca quantidade (<strong>polaciúria</strong>)</li>



<li>Sensação de urgência para urinar (<strong>urgência miccional</strong>)</li>



<li>Sensação de que a bexiga não esvaziou completamente</li>



<li>Dor ou pressão na parte inferior da barriga (região suprapúbica)</li>



<li>Desconforto pélvico</li>



<li>Necessidade de acordar várias vezes à noite para urinar (<strong>nictúria</strong>)</li>



<li>Urina turva ou com aspecto alterado</li>



<li>Urina com odor mais forte que o habitual</li>



<li>Presença de sangue na urina (<strong>hematúria</strong>)</li>



<li>Pequenos escapes urinários associados à urgência</li>
</ul>



<h2 class="wp-block-heading">🦠 Quando a infecção atinge os rins (pielonefrite)</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Além dos sintomas acima, podem surgir:</p>



<p class="wp-block-paragraph">Febre acima de 38°C<br>Calafrios<br>Dor lombar (nas costas, geralmente de um lado)<br>Náuseas<br>Vômitos<br>Mal-estar importante<br>Prostração</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nesses casos, é necessária avaliação médica mais rápida, pois a infecção pode ser mais grave.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Sintomas em mulheres após a menopausa</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Além dos sintomas clássicos, algumas mulheres apresentam:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Aumento da frequência urinária</li>



<li>Urgência miccional</li>



<li>Incontinência urinária </li>



<li>Ardência urinária recorrente ou sensação de queimação</li>



<li>Sensação de peso vaginal</li>



<li>Infecções urinárias de repetição</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Importante: nem toda ardência urinária é infecção. A síndrome geniturinária da menopausa (atrofia urogenital) pode causar sintomas muito parecidos.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Sintomas na gestação</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Gestantes podem apresentar os sintomas clássicos da infecção urinária, como ardência ao urinar, aumento da frequência urinária e urgência miccional. Porém, algumas mulheres apresentam apenas sintomas leves ou até mesmo nenhum sintoma.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por isso, durante a gestação existe uma condição chamada <strong>bacteriúria assintomática</strong>, em que há crescimento de bactérias na urina sem qualquer sintoma. Embora a gestante se sinta bem, essa condição aumenta o risco de complicações como infecção renal (pielonefrite), parto prematuro e baixo peso ao nascer.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>É por esse motivo que a urocultura mensal faz parte do pré-natal:</strong>ela permite identificar e tratar bactérias na urina antes que causem sintomas ou complicações para a mãe e o bebê.tes assintomáticas é importante durante o pré-natal.</p>



<h2 class="wp-block-heading">O que muita gente confunde com infecção urinária</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Alguns sintomas costumam indicar mais uma causa ginecológica do que urinária:</p>



<p class="wp-block-paragraph">❌ Corrimento vaginal<br>❌ Coceira vaginal intensa<br>❌ Odor vaginal desagradável<br>❌ Dor durante a relação sexual</p>



<p class="wp-block-paragraph">Esses sintomas sugerem avaliação para vaginose, candidíase ou outras condições vaginais associadas.</p>



<h2 class="wp-block-heading">⚠ Procure atendimento imediato se houver:</h2>



<ul class="wp-block-list">
<li>Febre</li>



<li>Dor lombar forte</li>



<li>Vômitos</li>



<li>Gestação</li>



<li>Sangue na urina</li>



<li>Sintomas em idosos ou imunossuprimidos</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Quanto mais cedo o diagnóstico e o tratamento adequados, menor o risco de complicações.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>


<h2 class="wp-block-heading">Continue lendo sobre infeccao urinaria</h2>



<ul class="wp-block-list">
<li><a href="https://janayne.com.br/2026/06/16/infeccao-urinaria-as-verdadeiras-causas-que-quase-ninguem-te-conta/">Causas da infeccao urinaria: o que quase ninguem te conta</a></li>
<li><a href="https://janayne.com.br/2026/06/16/como-evitar-a-infeccao-urinaria-guia-completo/">Como evitar a infeccao urinaria: guia completo de prevencao</a></li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Se voce identifica esses sintomas, procure avaliacao com ginecologista. A Dra. Janayne Oliveira (CRM-DF 23240) atende em <strong>Brasilia (Asa Sul)</strong>e <strong>Taguatinga</strong>. <a href="https://janayne.com.br/agenda/">Agende sua consulta no Distrito Federal</a>.</p>


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		<item>
		<title>Infecção Urinária: As Verdadeiras Causas Que Quase Ninguém Te Conta</title>
		<link>https://janayne.com.br/2026/06/16/infeccao-urinaria-as-verdadeiras-causas-que-quase-ninguem-te-conta/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Janayne]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 16 Jun 2026 01:18:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ginecologia]]></category>
		<category><![CDATA[Ardência ao urinar]]></category>
		<category><![CDATA[infecção urinária]]></category>
		<category><![CDATA[sangue na urina]]></category>
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					<description><![CDATA[Conheca as principais causas e fatores que aumentam o risco de infeccao urinaria na mulher: anatomia, menopausa, sexo, diabetes e mais. Brasilia-DF.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">A infecção urinária (ITU) na mulher ocorre quando bactérias, principalmente a Escherichia coli, conseguem alcançar a uretra e a bexiga. A anatomia feminina favorece esse processo porque a uretra é mais curta e fica próxima ao ânus.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Sintomas mais comuns</h2>



<ul class="wp-block-list">
<li>Ardência ou queimação ao urinar (<strong>disúria</strong>)</li>



<li>Vontade frequente de urinar, mesmo eliminando pouca quantidade (<strong>polaciúria</strong>)</li>



<li>Sensação de urgência para urinar (<strong>urgência miccional</strong>)</li>



<li>Sensação de que a bexiga não esvaziou completamente</li>



<li>Dor ou pressão na parte inferior da barriga (região suprapúbica)</li>



<li>Desconforto pélvico</li>



<li>Necessidade de acordar várias vezes à noite para urinar (<strong>noctúria</strong>)</li>



<li>Urina turva ou com aspecto alterado</li>



<li>Urina com odor mais forte que o habitual</li>



<li>Presença de sangue na urina (<strong>hematúria</strong>)</li>



<li>Pequenos escapes urinários associados à urgência</li>
</ul>



<h2 class="wp-block-heading">Principais causas e fatores associados</h2>



<h2 class="wp-block-heading">1. Relações sexuais</h2>



<ul class="wp-block-list">
<li>Aumentam a migração de bactérias para a uretra.</li>



<li>Mais comum em mulheres sexualmente ativas.</li>



<li>Uso de espermicidas pode aumentar o risco.</li>
</ul>



<h2 class="wp-block-heading">2. Menopausa</h2>



<ul class="wp-block-list">
<li>Queda do estrogênio reduz os lactobacilos vaginais.</li>



<li>Aumenta o pH vaginal e facilita a proliferação de bactérias urinárias.</li>



<li>Causa frequente de ITU de repetição.</li>
</ul>



<h2 class="wp-block-heading">3. Alterações da flora vaginal</h2>



<ul class="wp-block-list">
<li>Vaginose bacteriana.</li>



<li>Disbiose vaginal.</li>



<li>Uso frequente de antibióticos.</li>
</ul>



<h2 class="wp-block-heading">4. Esvaziamento inadequado da bexiga</h2>



<ul class="wp-block-list">
<li>Segurar urina por longos períodos.</li>



<li>Bexiga neurogênica.</li>



<li>Prolapsos genitais.</li>



<li>Resíduo urinário aumentado após urinar.</li>
</ul>



<h2 class="wp-block-heading">5. Gravidez</h2>



<ul class="wp-block-list">
<li>Alterações hormonais e compressão dos ureteres favorecem estase urinária.</li>



<li>Aumenta risco de pielonefrite.</li>
</ul>



<h2 class="wp-block-heading">6. Diabetes</h2>



<ul class="wp-block-list">
<li>Maior quantidade de glicose na urina.</li>



<li>Alteração da imunidade.</li>



<li>Maior risco de infecções recorrentes.</li>
</ul>



<h2 class="wp-block-heading">7. Cálculos urinários</h2>



<ul class="wp-block-list">
<li>Podem servir como reservatório de bactérias.</li>



<li>Favorecem infecções persistentes.</li>
</ul>



<h2 class="wp-block-heading">8. Alterações anatômicas</h2>



<ul class="wp-block-list">
<li>Estenose uretral.</li>



<li>Divertículos.</li>



<li>Refluxo vesicoureteral.</li>
</ul>



<h2 class="wp-block-heading">9. Uso de cateteres urinários</h2>



<ul class="wp-block-list">
<li>Sonda vesical de demora é um dos maiores fatores de risco para ITU.</li>
</ul>



<h2 class="wp-block-heading">10. Hábitos e higiene</h2>



<ul class="wp-block-list">
<li>Limpeza da região íntima de trás para frente.</li>



<li>Duchas vaginais </li>



<li>Uso excessivo de sabonetes íntimos.</li>



<li>Constipação intestinal importante.</li>
</ul>



<h2 class="wp-block-heading">Relação com a atividade sexual</h2>



<p class="wp-block-paragraph">A chamada &#8220;cistite pós-coito&#8221; é uma das causas mais frequentes em mulheres jovens. Não é considerada uma IST, mas o atrito durante a relação facilita a entrada de bactérias da região perineal na uretra.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Relação com infecções vaginais</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Algumas condições aumentam o risco de ITU:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Vaginose Bacteriana</li>



<li>Candidíase Vulvovaginal (indiretamente, por inflamação local)</li>



<li>Atrofia vaginal da menopausa</li>
</ul>



<p class="has-large-font-size wp-block-paragraph"><strong>Está com ardência ao urinar, vontade frequente de ir ao banheiro, urgência urinária ou suspeita de infecção urinária?</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Não ignore os sintomas. Quanto mais cedo o diagnóstico e o tratamento adequados, menor o risco de complicações. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Agende sua consulta para uma avaliação completa e descubra a causa do problema, evitando recorrências e complicações futuras. </p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Referências:</strong>Diretrizes da European Association of Urology (2025), American Urological Association e Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>


<h2 class="wp-block-heading">Continue lendo sobre infeccao urinaria</h2>



<ul class="wp-block-list">
<li><a href="https://janayne.com.br/2026/06/16/sintomas-de-infeccao-urinaria-nem-sempre-e-so-ardencia-ao-urinar/">Sintomas de infeccao urinaria: nem sempre e so ardencia ao urinar</a></li>
<li><a href="https://janayne.com.br/2026/06/16/como-evitar-a-infeccao-urinaria-guia-completo/">Como evitar a infeccao urinaria: guia completo de prevencao</a></li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Esta com sintomas ou duvidas? A Dra. Janayne Oliveira (CRM-DF 23240) atende em <strong>Brasilia (Asa Sul)</strong>e <strong>Taguatinga</strong>. <a href="https://janayne.com.br/agenda/">Agende sua consulta no Distrito Federal</a>.</p>


]]></content:encoded>
					
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			</item>
		<item>
		<title>Implante Anticoncepcional (Implanon) em Brasília</title>
		<link>https://janayne.com.br/2023/07/17/implante-anticoncepcional-implanon-em-brasilia/</link>
					<comments>https://janayne.com.br/2023/07/17/implante-anticoncepcional-implanon-em-brasilia/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Dra. Janayne]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 17 Jul 2023 14:40:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ginecologia]]></category>
		<category><![CDATA[Sexualidade]]></category>
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					<description><![CDATA[Implante anticoncepcional Implanon em Brasília: como funciona, indicações, eficácia e onde colocar com ginecologista especializada.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O implante anticoncepcional ou contraceptivo é também popularmente conhecido como chip anticoncepcional ou Implanon.</p>
<p>Este método anticoncepcional vem ganhando muita popularidade, devido a sua alta efetividade e praticidade (inserção no próprio consultório com anestesia local)</p>
<p>O objetivo deste artigo é fornecer informações e esclarecer as principais dúvidas que as mulheres possuem antes de colocar o Implanon em Brasília (DF). Vamos lá?</p>
<p><strong>📍 Atendimento em Brasília (DF):</strong> A Dra. Janayne Oliveira (CRM-DF 23240) realiza a inserção do Implanon nas unidades de <strong>Asa Sul</strong> (Edifício Advance 1) e <strong>Taguatinga</strong> (Clínica Vitale — Hospital Anchieta). <a href="https://janayne.com.br/agenda/" rel="noopener"><strong>Clique aqui para agendar sua consulta no Distrito Federal</strong></a>.</p>
<h2 class="wp-block-heading">O que é o IMPLANON ?</h2>
<figure class="wp-block-image size-full"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="402" height="267" src="https://janayne.com.br/wp-content/uploads/2023/07/Screenshot_71.png" alt="Implantes anticoncepcionais Implanon sobre fundo azul e rosa, representando métodos contraceptivos." class="wp-image-1843" srcset="https://janayne.com.br/wp-content/uploads/2023/07/Screenshot_71.png 402w, https://janayne.com.br/wp-content/uploads/2023/07/Screenshot_71-300x199.png 300w" sizes="(max-width: 402px) 100vw, 402px" /></figure>
<p>Implanon é um bastonete flexível de silicone com 4cm de comprimento e 2mm de diâmetro (semelhante a um palito de fósforo). Trata-se de um implante subcutâneo que deve ser colocado no antebraço da mulher, debaixo da pele. O procedimento só pode ser feito por ginecologista e com anestesia local.</p>
<p>Ele contém um tipo de hormônio chamado etonogestrel (progesterona) que é liberado em pequenas quantidades diárias e contínuas na circulação sanguínea.</p>
<p>Este hormônio bloqueia a ovulação, diminui a espessura endometrial e aumenta o espessamento do muco cervical (produzindo um bloqueio que impede os espermatozóides de chegarem até o óvulo), evitando a gravidez!</p>
<h2 class="wp-block-heading">Quais os tipos de implantes contraceptivos?</h2>
<p>O único implante anticoncepcional aprovado no Brasil pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) até o momento é o Implanon NXT®. É um método de alta eficácia e amplamente estudado. Para conhecer outras opções de contracepção de longa duração, veja também o artigo sobre <a href="https://janayne.com.br/2021/05/17/diu-anticoncepcional-vantagens-duvidas-como-e-colocado/">DIU anticoncepcional</a>.</p>
<h2 class="wp-block-heading">O Implanon é seguro?</h2>
<p>Sim, o Implanon é considerado o anticoncepcional mais eficaz, com apenas 0,05% de risco de falha, tornando o implante uma opção segura para evitar gravidez indesejada.</p>
<p>O Implanon consegue ser mais seguro do que os métodos contraceptivos irreversíveis, como laqueadura tubária e vasectomia. A vasectomia pode falhar em 0,15% dos casos. Já a laqueadura, em 0,5%.</p>
<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" loading="lazy" width="603" height="458" src="https://janayne.com.br/wp-content/uploads/2023/07/Screenshot_73.png" alt="Tabela com métodos contraceptivos e seus índices de falha." class="wp-image-1844" srcset="https://janayne.com.br/wp-content/uploads/2023/07/Screenshot_73.png 603w, https://janayne.com.br/wp-content/uploads/2023/07/Screenshot_73-300x228.png 300w" sizes="auto, (max-width: 603px) 100vw, 603px" /></figure>
<h2 class="wp-block-heading">Quem pode usar o Implanon?</h2>
<p>O Implanon é indicado, como regra, para todas as mulheres de qualquer idade que desejam um método simples e seguro de evitar a gravidez.</p>
<ul class="wp-block-list">
<li>Ideal para adolescentes (promove segurança antes de iniciar a vida sexual, previne gravidez não planejada)</li>
</ul>
<ul class="wp-block-list">
<li>Também é um ótimo método para mulheres com endometriose ou que desejam reduzir o fluxo menstrual ou a cólica.</li>
</ul>
<ul class="wp-block-list">
<li>Ajuda a reduzir os sintomas da TPM&nbsp;</li>
</ul>
<ul class="wp-block-list">
<li>É a melhor alternativa para pacientes que têm restrição ao estrogênio (hormônio presente em algumas pílulas anticoncepcionais). </li>
</ul>
<ul class="wp-block-list">
<li>Mulheres que já tiveram trombose podem usar, pois este método contém somente progesterona isolada.&nbsp;</li>
</ul>
<ul class="wp-block-list">
<li>Mulheres que têm enxaqueca com aura ou sem aura, podem usar, por ser livre de estrogênio, não vai causar ou piorar a enxaqueca.&nbsp;</li>
</ul>
<ul class="wp-block-list">
<li>Mulheres que estão amamentando também podem usar o implante como método contraceptivo. (pode ser inserido 60 dias após o parto).</li>
</ul>
<ul class="wp-block-list">
<li>Ideal para mulheres com a vida agitada, ou que vivem esquecendo de tomar as pílulas anticoncepcionais.&nbsp;</li>
</ul>
<ul class="wp-block-list">
<li>Ele é indicado para todas as idades e não afeta o sistema hepático.&nbsp;</li>
</ul>
<h2 class="wp-block-heading">Como funciona o implante anticoncepcional?</h2>
<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" loading="lazy" width="422" height="277" src="https://janayne.com.br/wp-content/uploads/2023/07/Screenshot_7.png" alt="Implante anticoncepcional Implanon sendo segurado por uma mão com luva." class="wp-image-1845" srcset="https://janayne.com.br/wp-content/uploads/2023/07/Screenshot_7.png 422w, https://janayne.com.br/wp-content/uploads/2023/07/Screenshot_7-300x197.png 300w" sizes="auto, (max-width: 422px) 100vw, 422px" /></figure>
<p>Depois de ser inserido no corpo da mulher, o Implanon libera um hormônio sintético chamado etonogestrel (derivado da progesterona). A substância é absorvida na corrente sanguínea e age para bloquear a ovulação e deixar o muco cervical mais espesso. Essas duas ações impedem a fecundação e dificultam a motilidade dos espermatozoides.</p>
<figure class="wp-block-gallery has-nested-images columns-default is-cropped wp-block-gallery-2 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex">
<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" loading="lazy" width="453" height="327" data-id="1846" src="https://janayne.com.br/wp-content/uploads/2023/07/Screenshot_8.png" alt="Esquema ilustrativo do funcionamento do implante anticoncepcional Implanon e seus efeitos no corpo." class="wp-image-1846" srcset="https://janayne.com.br/wp-content/uploads/2023/07/Screenshot_8.png 453w, https://janayne.com.br/wp-content/uploads/2023/07/Screenshot_8-300x217.png 300w" sizes="auto, (max-width: 453px) 100vw, 453px" /></figure>
</figure>
<p>A liberação do hormônio é contínua, mas em quantidade menor do que a presente na pílula. Além disso, o Implanon não possui estrogênio.</p>
<p>Esses são alguns motivos que explicam por que o implante contraceptivo tem menos riscos de provocar trombose, comparado a outros métodos hormonais.</p>
<p>O Implanon apenas funciona como anticoncepcional e não protege contra as infecções sexualmente transmissíveis (IST). Por isso, é necessário utilizá-lo acompanhado de camisinha (masculina ou feminina) em todas as relações sexuais.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Como é inserido o Implanon?</h2>
<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" loading="lazy" width="369" height="282" src="https://janayne.com.br/wp-content/uploads/2023/07/Screenshot_9.png" alt="Aplicação do implante anticoncepcional Implanon na região do braço." class="wp-image-1847" srcset="https://janayne.com.br/wp-content/uploads/2023/07/Screenshot_9.png 369w, https://janayne.com.br/wp-content/uploads/2023/07/Screenshot_9-300x229.png 300w" sizes="auto, (max-width: 369px) 100vw, 369px" /></figure>
<p>O Implanon deve ser inserido sob a pele do braço entre o 1º e o 5º dia da menstruação, preferencialmente. Caso ele seja colocado fora desse período, é preciso combiná-lo com outro método contraceptivo não-hormonal nas duas primeiras semanas de uso.</p>
<p>A inserção do Implante anticoncepcional em Brasília (DF) é realizado no próprio consultório e demora em torno de 15 minutos.</p>
<p>Inicialmente a paciente se deita na maca de maneira confortável, com a palma da mão virada para cima.</p>
<p>Após isto, é realizado um procedimento de antissepsia, que é uma limpeza da parte interna do braço com gaze e uma solução com álcool. Isto ajuda a evitar infecções.</p>
<p>Depois disso, realizamos a anestesia local na parte interna do braço com uma agulha bem fina e aguardamos o início do efeito anestésico.</p>
<p>Desta forma, a paciente não sente nenhuma dor durante a inserção do implante.</p>
<p>Após anestesiado o local, inserimos o implante subdérmico (abaixo da pele) com o auxílio de um aplicador, a aproximadamente 8cm de distância do cotovelo, na porção interna do braço.</p>
<p>Por fim, é feito um curativo enfaixando o braço para evitar hematomas na região.</p>
<p>Este curativo é mantido por algumas horas, sendo removido em casa, podendo lavar a região normalmente com água e sabonete comuns.</p>
<p>No dia seguinte, a paciente está apta para exercer todas as suas atividades diárias normalmente.</p>
<p>Geralmente, não é necessário nenhum cuidado especial ou limpeza específica da cicatriz. A única recomendação é que a paciente verifique a evolução da cicatrização. Se a mulher notar algum problema, deve voltar ao médico.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Como é retirado o Implante anticoncepcional?</h2>
<ul class="wp-block-list">
<li>A retirada é feita também em consultório e demora em torno de 15 minutos.</li>
<li>A retirada de Implanon® deve ser feita apenas por médico familiarizado com o procedimento.</li>
</ul>
<ul class="wp-block-list">
<li>O seu braço será desinfetado e anestesiado. </li>
</ul>
<figure class="wp-block-image size-full is-resized"><img loading="lazy" decoding="async" loading="lazy" src="https://janayne.com.br/wp-content/uploads/2023/07/Screenshot_10.png" alt="Aplicação de implante anticoncepcional no braço, com instrumento médico em destaque." class="wp-image-1848" width="205" height="176" /></figure>
<ul class="wp-block-list">
<li>Será feito um pequeno corte na direção longitudinal do braço, logo abaixo da ponta do implante.</li>
</ul>
<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" loading="lazy" width="221" height="193" src="https://janayne.com.br/wp-content/uploads/2023/07/Screenshot_11.png" alt="Mão com pinça demonstrando o procedimento de colocação do implante anticoncepcional em um braço." class="wp-image-1849" /></figure>
<ul class="wp-block-list">
<li>O implante será puxado delicadamente e retirado com uma pinça.</li>
</ul>
<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" loading="lazy" width="209" height="184" src="https://janayne.com.br/wp-content/uploads/2023/07/Screenshot_12.png" alt="Representação do procedimento de inserção do implante anticoncepcional Implanon." class="wp-image-1850" /></figure>
<ul class="wp-block-list">
<li>O corte será fechado com curativo e será colocada uma gaze estéril. Depois, a região será enfaixada para evitar hematomas. Passado o período de cicatrização, é possível retirar o curativo e voltar com as atividades normais. A cicatriz do processo de remoção também é pequena e não costuma causar problemas.</li>
</ul>
<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" loading="lazy" width="509" height="188" src="https://janayne.com.br/wp-content/uploads/2023/07/Screenshot_13.png" alt="Aplicação do implante anticoncepcional Implanon no braço de uma paciente." class="wp-image-1851" srcset="https://janayne.com.br/wp-content/uploads/2023/07/Screenshot_13.png 509w, https://janayne.com.br/wp-content/uploads/2023/07/Screenshot_13-300x111.png 300w" sizes="auto, (max-width: 509px) 100vw, 509px" /></figure>
<h2 class="wp-block-heading">Segue abaixo as principais dúvidas que as pacientes normalmente perguntam no consultório:</h2>
<h3 class="wp-block-heading">Qual o tempo de duração do implante contraceptivo?</h3>
<p>O Implanon tem duração de 3 anos, mas pode ser retirado antes deste prazo, caso a mulher queira trocar de anticoncepcional ou engravidar.</p>
<p>Se a mulher desejar continuar com este método contraceptivo após 3 anos, é possível realizar a troca de implante anticoncepcional.</p>
<p>O implante antigo é removido e&nbsp; um novo é inserido no mesmo momento.</p>
<h3 class="wp-block-heading">Quais exames preciso realizar antes de inserir o Implanon?</h3>
<p>Apenas o Teste de gravidez (pode ser urinário ou no sangue).</p>
<p>Mulheres grávidas não podem inserir o Implanon.</p>
<p>Não é necessário realizar ultrassom transvaginal para inserir o implante.</p>
<h3 class="wp-block-heading">Eu vou continuar menstruando após a inserção do Implanon?</h3>
<p>As usuárias de Implanon têm maior probabilidade de ter menstruação ocasional ou ausência dela do que ter menstruação irregular que dure mais do que 8 dias.</p>
<figure class="wp-block-gallery has-nested-images columns-default is-cropped wp-block-gallery-3 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex">
<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" loading="lazy" width="482" height="325" data-id="1852" src="https://janayne.com.br/wp-content/uploads/2023/07/Screenshot_14.png" alt="Gráfico mostrando a frequência dos padrões de sangramento com o implante de etonogestrel." class="wp-image-1852" srcset="https://janayne.com.br/wp-content/uploads/2023/07/Screenshot_14.png 482w, https://janayne.com.br/wp-content/uploads/2023/07/Screenshot_14-300x202.png 300w" sizes="auto, (max-width: 482px) 100vw, 482px" /></figure>
</figure>
<p>Nos primeiros meses, pode ocorrer:</p>
<p>– Ausência de menstruação&nbsp; (22%)</p>
<p>– Menstruação ocasional (33%)</p>
<p>– Menstruação normal (com menor intensidade e menos dias de menstruação)&nbsp; (20%)</p>
<p>– Menstruação frequente, com &gt; 5 episódios ou que dura mais de 8 dias (24%)</p>
<h3 class="wp-block-heading">O implante anticoncepcional engorda?</h3>
<p>Não engorda</p>
<p>Como os outros contraceptivos, o implante também não engorda. Isso é um mito! O único fato que acontece é uma retenção maior de líquido no período menstrual.</p>
<p>Então, pode ficar tranquila e antes de qualquer decisão, fale com o seu médico.</p>
<p>É importante lembrar, que as mulheres naturalmente têm tendência para ganhar peso ao longo dos anos, independente do contraceptivo utilizado. Para evitar esse problema é necessário realizar atividade física regular e dieta balanceada.</p>
<h2 class="wp-block-heading">O Implanon pode se deslocar pelo corpo da mulher ou sair do braço?</h2>
<p><strong>O Implanon não se desloca pelo corpo da mulher. </strong>O implante permanece no local onde foi inserido até que seja removido. O implante é inserido abaixo da pele (subdérmico), sendo possível sentir o pequeno bastão ao toque do braço.</p>
<p>Raramente, uma haste poderá começar a sair, a maioria acontecendo com mais frequência nos primeiros 4 meses após a inserção. Isto geralmente ocorre porque não foram bem colocados ou por causa de uma infecção no local da inserção. Nestes casos, a mulher observará os implantes saindo.</p>
<p>Caso a mulher perceba uma haste saindo de seu braço, ela deve começar a utilizar um método de apoio e retornar à clínica que realizou o procedimento imediatamente.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Consigo colocar Implanon pelo plano de saúde?</h2>
<p>Não é coberto pelos planos de saúde</p>
<h2 class="wp-block-heading">Quanto tempo após a colocação do Implanon posso ter relação?</h2>
<p>O hormônio presente no implante contraceptivo começa a ser liberado logo após sua inserção.</p>
<p>Porém, é recomendado que ele seja inserido entre o primeiro e quinto dia da menstruação para garantir seu efeito anticoncepcional logo após sua colocação.</p>
<p>Caso seja inserido fora deste período, deve-se orientar o uso de método complementar (camisinha) ou abstinência sexual nos sete dias após a inserção, para evitar uma gravidez indesejada.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Posso retornar ao trabalho logo após ter colocado o implante?</h2>
<p>Sim, uma mulher pode realizar seu trabalho usual imediatamente após sair da clínica contanto que ela não bata no local da inserção.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Quais as contraindicações do implante contraceptivo? (Quem não pode colocar?)</h2>
<p>Existem algumas contraindicações ao Implanon, como:</p>
<ul class="wp-block-list">
<li>Histórico de doenças hepáticas graves (incluindo hepatite e cirrose);</li>
<li>Icterícia;</li>
<li>Histórico de tumores no fígado (benignos ou malignos);</li>
<li>Histórico de câncer de mama;</li>
<li>Histórico de câncer do colo do útero;</li>
<li>Sensibilidade (ou suspeita de sensibilidade) a esteroide sexual;</li>
<li>Alergia aos componentes do Implanon;</li>
<li>Sangramento vaginal não diagnosticado;</li>
<li>Caso recente de infecção pós-parto ou abortamento séptico (até 3 meses);</li>
<li>Infecção aguda no útero ou nas tubas uterinas;</li>
<li>Malformações no útero;</li>
<li>Doença Inflamatória Pélvica (DIP);</li>
<li>Infecções Sexualmente Transmissíveis (IST);</li>
<li>Trombose venosa profunda ou embolia pulmonar;</li>
<li>Histórico de doença cardíaca isquêmica.</li>
</ul>
<h2 class="wp-block-heading">Quais são os efeitos colaterais do Implanon?</h2>
<p>Apesar das vantagens, em algumas mulheres, o Implanon pode causar reações adversas, como:</p>
<ul class="wp-block-list">
<li>Irregularidade menstrual (pode ocorrer nos 6 primeiros meses de uso, período de adaptação do organismo ao contraceptivo).</li>
<li>Sangramento de escape;</li>
<li>Leve retenção de líquido;</li>
<li>Leve aumento da oleosidade da pele e da acne;</li>
<li>Dores leves na cabeça, abdômen e seios;</li>
<li>Alterações no humor;</li>
<li>Diminuição da libido;</li>
<li>Cloasma (manchas amarelo-acastanhadas na pele). Mas isso pode ser evitado se a mulher não se expor ao sol, principalmente sem protetor solar.</li>
<li>Cicatriz na pele (pequena, discreta e não causa incômodos estéticos).</li>
</ul>
<p>Os efeitos colaterais do implante contraceptivo costumam ser leves e a maioria deles melhora após o 6º mês de uso. Mas, caso a mulher não se adapte ao chip anticoncepcional, a paciente pode retornar em nova consulta ginecológica e solicitar ajuda caso os efeitos colaterais a incomodem.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Quem usa Implanon tem período fértil?</h2>
<p>Não. O efeito contraceptivo de IMPLANON é obtido principalmente por inibição da ovulação. Não foram observadas ovulações nos primeiros 2 anos de uso e só raramente no terceiro ano.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Quem usa Implanon pode fazer academia?</h2>
<figure class="wp-block-gallery has-nested-images columns-default is-cropped wp-block-gallery-4 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex">
<figure class="wp-block-image size-large is-style-default"><img loading="lazy" decoding="async" loading="lazy" width="294" height="169" data-id="1853" src="https://janayne.com.br/wp-content/uploads/2023/07/Screenshot_15.png" alt="Mulher malhando com halteres em ambiente de academia." class="wp-image-1853" /></figure>
</figure>
<p>Sim. Quem usa implante contraceptivo pode fazer musculação, no dia seguinte da inserção, desde que não esteja dolorido ou com hematoma importante. Durante a realização do exercício muscular, pode acontecer da mulher sentir o implante no braço e isso é completamente normal</p>
<h2 class="wp-block-heading">Quanto tempo após o parto posso colocar o Implanon?</h2>
<p>Após o período chamado puerpério (6 semanas após o parto), já é possível a inserção do chip anticoncepcional.</p>
<p>É permitida a amamentação com o uso do Implanon, não interferindo na produção do leite materno.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Quanto tempo após retirada do implante anticoncepcional posso engravidar?</h2>
<p>O Implanon é um método anticoncepcional reversível, diferente da laqueadura tubária.</p>
<p>Ou seja, após sua retirada, a mulher naturalmente já voltará a ter ciclos menstruais com ovulação, podendo engravidar sem nenhum risco relacionado ao método.</p>
<h2 class="wp-block-heading">O implante contraceptivo protege contra doenças sexualmente transmissíveis (DST)?</h2>
<p>Não! O único método capaz de proteger contra as infecções sexualmente transmissíveis é o preservativo (camisinha masculina e feminina).</p>
<h2 class="wp-block-heading">Implante anticoncepcional é a mesma coisa que chip da beleza?</h2>
<p>Não! O “chip da beleza” é o nome dado erroneamente para o implante hormonal contendo uma progesterona chamada gestrinona.</p>
<p>Seu efeito como anticoncepcional não é validado no Brasil, pois não foi testado para esta finalidade até o momento.</p>
<p>Além disso, segundo posicionamento da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia e da Federação Brasileira de Ginecologia e Obstetrícia em novembro de 2021, o uso do implante de gestrinona não é recomendado.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Quanto custa para colocar o implante anticoncepcional em Brasília?</h2>
<p>O Implanon em Brasília custa em torno de R$ 900 reais.</p>
<p>O valor para a inserção do implante pelo ginecologista depende de cada médico.</p>
<p>Entretanto, o valor total para colocação do Implanon varia de R$2.000 a R$ 4.000 reais.</p>
<p>Se quiser saber mais sobre o valor para colocar o Implanon, entre em contato conosco</p>
<h2 class="wp-block-heading">Onde colocar o implante anticoncepcional em Brasília (DF)?</h2>
<p>A colocação do implante anticoncepcional (Implanon) é feita em consultório médico, sob anestesia local.</p>
<p>Eu realizo este procedimento no meu consultório que fica localizado na asa sul, edifício Advance 1 ou em Taguatinga (Clinica Vitale &#8211; Hospital Anchieta). Agende uma consulta a Dra. Janayne para colocar o seu implante anticoncepcional (Implanon) em Brasília (DF)!</p>
<p>Para entrar em contato clique aqui ou no símbolo do Whatsapp ao lado.</p>
<p><strong>🩺 Pronta para agendar?</strong> O implante anticoncepcional é colocado no próprio consultório com anestesia local, em procedimento rápido (15 minutos). A Dra. Janayne atende em <strong>Brasília — Asa Sul</strong> e <strong>Taguatinga</strong>, no Distrito Federal. <a href="https://janayne.com.br/agenda/" rel="noopener"><strong>Acesse a página de agendamento</strong></a> e escolha o horário e a unidade mais conveniente para você.</p>
<p><strong>IMPORTANTE:</strong> Somente médicos devidamente habilitados podem diagnosticar doenças, indicar tratamentos e receitar remédios. Agende uma consulta para maiores informações.</p>
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		<item>
		<title>Goza rápido demais? Entenda a ejaculação precoce feminina</title>
		<link>https://janayne.com.br/2021/07/12/goza-rapido-demais-entenda-a-ejaculacao-precoce-feminina/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[WagnerC]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 12 Jul 2021 20:11:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sexualidade]]></category>
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					<description><![CDATA[Ejaculação precoce feminina existe. Entenda sintomas, causas e tratamentos com a ginecologista Dra. Janayne Oliveira em Brasília.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Apesar de haver relatos de sua existência há mais de 2 mil anos, o tema ainda permanece muito controverso.</p>
<p>O fato é que a ciência ainda não conseguiu elucidar totalmente o assunto, mas já é possível saber um pouco mais sobre esse fenômeno do corpo feminino.</p>
<p>A “ Ejaculação precoce feminina”, oficialmente não existe, pois não é uma classificação reconhecida pela Sociedade Internacional de Medicina&nbsp;Sexual (ISSM) e também não é possível encontra-lá na classificação do DSM-5 (Manual&nbsp;Diagnóstico e&nbsp;Estatístico&nbsp;de&nbsp;Transtornos Mentais&nbsp;5a. edição), onde classificamos todas as disfunções sexuais. </p>
<p>A&nbsp;Sociedade Internacional de Medicina&nbsp;Sexual (ISSM), conceitua&nbsp; ejaculação precoce, como&nbsp;uma disfunção sexual masculina, caracterizada por&nbsp;um&nbsp;padrão persistente ou recorrente de ejaculação, que ocorre antes do momento desejado pelo sujeito e/ou com menos de um minuto após a penetração vaginal, causando acentuado sofrimento ou dificuldade interpessoal.</p>
<p>Embora a literatura não mencione a ejaculação precoce feminina, sabemos que ela existe e atinge um número significativo de mulheres. No texto de hoje, vou falar sobre esse distúrbio e o que pode ser feito para ajudar quem sofre do problema.</p>
<p><strong>O que é ejaculação precoce feminina?</strong></p>
<p>A ejaculação feminina, também conhecida como&nbsp;squirting&nbsp;ou&nbsp;squirt (termo que vem do inglês “esguicho”), acontece quando a mulher libera um líquido pela vagina durante o orgasmo.</p>
<p>De acordo com uma pesquisa Americana, realizada por Mantak e Rachel, a ejaculação feminina pode variar de apenas algumas gotas ao suficiente para encharcar os lençóis. “Algumas mulheres ejaculam em um jorro impressionante enquanto outras (provavelmente a maioria) gotejam um fluido, que é mais frequentemente identificado como ‘mancha úmida”, descrevem. “Você talvez já ejacule e sequer saiba disso”.</p>
<p>Porém, quando uma mulher atinge o orgasmo muito rapidamente durante as relações sexuais, antes do momento desejado, podemos chamar de ejaculação precoce feminina. Às vezes, pode ocorrer durante as preliminares ou quando o parceiro acaba de iniciar a penetração. Não é tão comum entre as mulheres quanto entre os homens.</p>
<p><strong>O que causa isso ? Pode ser considerado uma disfunção ?&nbsp;</strong></p>
<p>Ainda há poucos estudos que expliquem por que ocorre a expulsão de secreção em jatos abundantes da região íntima feminina.</p>
<p>No entanto é possível que a ejaculação feminina aconteça devido à hipersensibilidade dos órgãos sexuais femininos, levando à intensa contração das paredes da vagina e de todos os&nbsp;músculos da região em volta, que faz com que as glândulas de Skene se contraiam e liberem o ácido prostático, que acaba sendo diluído em alguma urina que vem da contração da bexiga.</p>
<p>Sabemos que as mulheres tem uma capacidade incrível de ter múltiplos orgasmos, numa mesma relação sexual, o que pode tornar a ejaculação precoce feminina uma vantagem, desde que após a ejaculação e /ou orgasmo, a mulher seja novamente estimulada, ficando assim bastante excitada e inicie um novo ciclo de resposta sexual feminina. Ocorrendo então, ao final da relação sexual, imensa satisfação e sensação de prazer.</p>
<p><strong>É necessário ejacular para ter prazer?</strong></p>
<p>O prazer durante a relação não depende da ejaculação da mulher, uma vez que é possível atingir o orgasmo sem que a mulher libere qualquer tipo de líquido. No entanto, mulheres que conseguem ejacular relatam que esse tipo de orgasmo geralmente é melhor para elas do que o orgasmo sem ejaculação.</p>
<p><strong>A ejaculação tem cheiro?</strong></p>
<p>Embora a ejaculação feminina possa conter urina, essa quantidade de urina está bastante diluída com o ácido prostático, o que faz com que a ejaculação não tenha um cheiro específico e sendo, na maioria dos casos, um cheiro neutro.</p>
<p><strong>Quais malefícios de gozar muito rápido pode trazer ?</strong></p>
<p>Podemos considerar a ejaculação precoce feminina um problema, trazendo malefícios para saúde sexual da mulher, quando: </p>
<ul class="wp-block-list">
<li>Causar sofrimento:&nbsp;</li>
</ul>
<p>Sentimento de culpa e insegurança por não atuar corretamente na cama podendo causar outros problemas, como a depressão, frustração e ansiedade.</p>
<ul class="wp-block-list">
<li>Insatisfação sexual:</li>
</ul>
<p>A primeira consequência é a falta de prazer proporcionada à parceira.</p>
<p>&#8211; Problemas de Relacionamento</p>
<p>A partir daí começa os problemas de relacionamento. O primeiro é não conseguir encarar e conversar com a parceira, seja ele marido ou namorado.</p>
<p><strong>Como tratar este problema ?&nbsp;</strong></p>
<p>Embora nenhuma cura definitiva foi encontrada para o tratamento da ejaculação precoce feminina, veja abaixo algumas dicas que podem ajudar a diminuir o problema:</p>
<ol class="wp-block-list">
<li><strong>Relaxe:&nbsp;</strong>Que tal tentar tirar um pouco o foco do problema? Tomar um banho, fazer uma massagem e tentar relaxar antes da relação, pode contribuir para diminuir o grau de ansiedade.</li>
<li><strong>Masturbe-se: </strong>Da mesma forma que ocorre com os homens, se masturbar antes de ter relações sexuais pode ajudar a atrasar um segundo orgasmo. A mulher precisa prestar atenção ao seu corpo e às suas sensações para entender melhor como seu corpo responde à excitação. Só controlamos o que conhecemos.</li>
<li><strong>Desacelere: </strong>Fazer sexo de forma intensa costuma resultar em um orgasmo mais rápido. Portanto, desacelerar um pouco o ritmo das relações pode realmente ajudar.&nbsp;</li>
<li><strong>Aumente o tempo de preliminares:&nbsp;</strong>Passe mais tempo excitando seu parceiro. Porém, este método não é fácil para algumas pessoas que vêem as preliminares como a melhor parte da experiência sexual. Esqueça um pouco do clitóris e tente encontrar outras regiões que também despertam o prazer. Acaricie todo o seu corpo.&nbsp;</li>
<li><strong>Reinicie:</strong> Após ter tido a primeira ejaculação ou orgasmo, reinicie. Tente novamente se excitar.&nbsp;</li>
<li><strong>Start-stop:</strong> É possível adaptar algumas das técnicas usadas para tratar a ejaculação precoce em homens, como a&nbsp;técnica &#8221;START-STOP&#8221;.&nbsp;Ela consiste em interromper o sexo quando o orgasmo está prestes a acontecer. Depois, a estimulação é retomada, e interrompe novamente na próxima vez que o orgasmo estiver surgindo. Este ciclo de iniciar e parar a estimulação funciona como controle orgásmico em muitos homens.</li>
<li><strong>Converse sobre sexo: </strong>O casal deve perder o medo de conversar sobre sexo para que, juntos, encontrem posições no início da relação sexual que deixam a mulher menos excitada e, com isso, ele possa retardar a ejaculação. Com isso, ela pratica o autocontrole e também condiciona o seu organismo.</li>
<li><strong>Evite situações de estresse:&nbsp;</strong>Principalmente para casais que já têm filhos, o momento do sexo deve ser bem planejado para que a relação não seja interrompida abruptamente, evitando assim, a pressão psicológica.</li>
<li><strong>Divida a responsabilidade:</strong>&nbsp;O sexo é uma troca, não é somente responsabilidade do homem ou da mulher dar prazer. Pergunte e saiba o que dar prazer a sua parceira e também compartilhe com ele, do que você mais gosta.</li>
</ol>
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		<item>
		<title>DIU: o que é, vantagens, dúvidas e como é colocado?</title>
		<link>https://janayne.com.br/2021/05/17/diu-anticoncepcional-vantagens-duvidas-como-e-colocado/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[WagnerC]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 17 May 2021 02:49:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ginecologia]]></category>
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					<description><![CDATA[DIU de cobre, prata ou hormonal: Qual o mais indicado? O Dispositivo intrauterino (DIU) é o método mais usado de contracepção reversível e de ação prolongada devido à sua alta eficácia e segurança, facilidade de uso e custo-benefício.&#160;Ele fornece uma opção não cirúrgica para a prevenção da gravidez que é tão eficaz quanto a esterilização [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h2 class="wp-block-heading"><strong>DIU de cobre, prata ou hormonal: Qual o mais indicado?</strong></h2>
<p>O Dispositivo intrauterino (DIU) é o método mais usado de contracepção reversível e de ação prolongada devido à sua alta eficácia e segurança, facilidade de uso e custo-benefício.&nbsp;Ele fornece uma opção não cirúrgica para a prevenção da gravidez que é tão eficaz quanto a esterilização cirúrgica ( Laqueadura tubária).&nbsp;Nesse sentido, são métodos apropriados para a maioria das mulheres, incluindo nulíparas (mulheres que nunca engravidaram). &nbsp;</p>
<p>No texto abaixo, você vai conhecer todos os tipos de Diu, e entender porque ele é um dos métodos contraceptivos preferidos!Tire suas dúvidas sobre o DIU:</p>
<h2 class="wp-block-heading"><strong>O que é DIU?</strong></h2>
<p>O DIU significa dispositivo intra-uterino e é um método contraceptivo que consiste na utilização de uma haste maleável em forma de “T” que, através da liberação de hormônios ou outras substâncias (como o Cobre e a Prata) no útero, evita a fertilização dos ovócitos pelos espermatozoides.</p>
<p>O DIU é um método contraceptivo do grupo dos LARCs, sigla em inglês para Método Contraceptivo de Longa Duração.<br />Os contraceptivos intrauterinos, também conhecidos como DIUs (dispositivos intrauterinos), compreendem os dispositivos intrauterinos contendo cobre e o sistema intrauterino de levonorgestrel (SIU-LNG).&nbsp;</p>
<p>O DIU com cobre, quando inserido dentro do útero, exerce ações locais que culminam por evitar a gestação, apresentando-se como um método seguro para evitar a longo prazo uma gestação. Pode ser usado em qualquer idade do período reprodutivo, sem a necessidade da intervenção diária da mulher e sem prejudicar a fertilidade futura.</p>
<h2 class="wp-block-heading"><strong>O DIU é seguro?</strong></h2>
<p>Sim, a eficácia do DIU é de 99,3%. É um método altamente efetivo, que apresenta excelente custo-benefício.&nbsp; O DIU apresenta taxas de gravidez inferiores a 0,4 % (ou 4 mulheres a cada 1000) no primeiro ano.</p>
<h2 class="wp-block-heading"><strong>Tipos de DIU</strong></h2>
<p>Existem, basicamente, quatro tipos de DIU: de cobre, de prata e o hormonal. Eles possuem funcionamentos distintos entre si, assim como a sua composição, garantindo que cada mulher possa encontrar o melhor modelo.<br />Com relação a tamanho, além do DIU padrão – existe o Mini DIU que pode ser utilizado por mulheres com úteros reduzidos ou aquelas que nunca tiveram filhos.</p>
<h2 class="has-text-align-center wp-block-heading"><strong>DIU de cobre</strong></h2>
<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" loading="lazy" width="786" height="558" src="https://janayne.com.br/wp-content/uploads/2021/05/diu-de-cobre.png" alt="" class="wp-image-1502" srcset="https://janayne.com.br/wp-content/uploads/2021/05/diu-de-cobre.png 786w, https://janayne.com.br/wp-content/uploads/2021/05/diu-de-cobre-300x213.png 300w, https://janayne.com.br/wp-content/uploads/2021/05/diu-de-cobre-768x545.png 768w" sizes="auto, (max-width: 786px) 100vw, 786px" /></figure>
<p>O dispositivo intrauterino (DIU) de cobre se sobressai hoje como o método anticoncepcional reversível mais usado no mundo: cerca de 170 milhões de usuárias, ultrapassando de longe a pílula anticoncepcional que tem cerca de 110 milhões de usuárias, segundo informações da OMS*.</p>
<p>É um método eficaz, prático, sem hormônios, que satisfaz as necessidades contraceptivas da maioria das mulheres. </p>
<h2 class="wp-block-heading"><strong>Como o DIU de cobre funciona ?</strong></h2>
<p>O DIU com cobre libera pequenas quantidades de cobre no útero, provocando mudanças bioquímicas e morfológicas no endométrio, levando a uma ação inflamatória e citotóxica com efeito espermicida. O cobre é responsável pelo aumento da produção de prostaglandinas e pela inibição de enzimas endometriais, causando um processo inflamatório local, incompatíveis com sobrevida dos espermatozoides e implantação para gestação. Provoca também uma alteração no muco cervical, tornando-o mais espesso. Considera-se que o DIU interfere na motilidade (velocidade) e qualidade espermática, atrapalhando a ascensão dos espermatozoides, desde a vagina até as tubas uterinas, levando também à morte dos mesmos pelo aumento na produção de citocinas citotóxicas. &nbsp;</p>
<p>O DIU DE COBRE possui boa eficácia quando bem posicionado no útero, por isso a importância de realizar ultrassom transvaginal, após a inserção do DIU e acompanhar anualmente, para verificar se o DIU está bem posicionado.&nbsp;</p>
<h2 class="wp-block-heading"><strong>Quanto tempo dura o DIU de cobre?</strong></h2>
<p>Ele pode permanecer no corpo por 10 anos ( DIU normal) e 5 anos ( Mini DIU de cobre).</p>
<h2 class="wp-block-heading"><strong>Valor do DIU de cobre?&nbsp;</strong></h2>
<p>O DIU de cobre custa, em média, de R$ 100 reais (DIU tamanho normal) a R$ 150 reais (mini DIU). Entretanto, a inserção do dispositivo é feita por ginecologista e o procedimento tem um valor extra, de acordo com cada serviço realizado.</p>
<h2 class="has-text-align-center wp-block-heading"><strong>DIU de Prata</strong></h2>
<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" loading="lazy" width="814" height="476" src="https://janayne.com.br/wp-content/uploads/2021/05/DIU-DE-PRATA-.png" alt="" class="wp-image-1503" srcset="https://janayne.com.br/wp-content/uploads/2021/05/DIU-DE-PRATA-.png 814w, https://janayne.com.br/wp-content/uploads/2021/05/DIU-DE-PRATA--300x175.png 300w, https://janayne.com.br/wp-content/uploads/2021/05/DIU-DE-PRATA--768x449.png 768w" sizes="auto, (max-width: 814px) 100vw, 814px" /></figure>
<p>Apesar do nome, este dispositivo combina cobre e prata em sua composição e segue as mesmas indicações dos DIUs de cobre. O objetivo da associação dos dois metais é reduzir o risco de oxidação e fragmentação dos sais de cobre no útero, tornado o método mais eficaz. Além disso, ele altera o muco do colo uterino, deixando-o espesso, e modifica a contração das tubas uterinas. Todos estes mecanismos impedem a concepção e, se ainda assim ela ocorrer, impedem a implantação do zigoto no endométrio.</p>
<p>A prata faz com que o fluxo menstrual seja menor em comparação com o DIU de Cobre, o que pode ser uma vantagem desse tipo de DIU.&nbsp;</p>
<h2 class="wp-block-heading"><strong>Quanto tempo dura o DIU de prata?</strong></h2>
<p>O DIU de prata possui um tempo de ação contraceptiva de 5 anos, tanto para o MINI DIU DE PRATA quanto para o DIU DE PRATA tamanho normal.&nbsp;</p>
<h2 class="wp-block-heading"><strong>Valor do DIU de prata?</strong></h2>
<p>O DIU de prata custa, em média, de R$ 270 a R$ 300. Entretanto, a inserção do dispositivo é feita por ginecologista e o procedimento tem um valor extra, de acordo com cada serviço realizado.</p>
<h2 class="wp-block-heading"><strong>Vantagens e desvantagens do DIU NÃO HORMONAL (PRATA / COBRE):&nbsp;</strong></h2>
<h2 class="wp-block-heading"><strong>Vantagens:&nbsp;</strong></h2>
<p>&#8211; Não contém hormônios – fato desejável em várias situações&nbsp;</p>
<p>&#8211; Altamente efetivo – mais de 99% (melhor do que as pílulas anticoncepcionais)</p>
<p>&#8211; Melhor custo-benefício – custo baixo</p>
<p>&#8211; Praticidade – não precisa lembrar diariamente de usá-lo (livre de esquecimentos)</p>
<p>&#8211; Longa ação – até 10 anos&nbsp;</p>
<p>&#8211; Retorno rápido à fertilidade – quase que imediato, após a retirada&nbsp;</p>
<p>&#8211; Sem efeitos sistêmicos – ação local, intrauterina&nbsp;</p>
<p>&#8211; Não interfere na lactação (Amamentação)&nbsp;</p>
<p>&#8211; Altas taxas de continuidade – as maiores entre os métodos reversíveis</p>
<p>&#8211; Não aumenta o risco de contrair IST (Infecção Sexualmente Transmissível) &#8211; É fundamental usar preservativo também (masculino ou feminino) para evitar ter IST.&nbsp;</p>
<p>&#8211; Possibilidade de inserção IMEDIATA, no pós-parto e no pós-abortamento.<br />Pode ser usado em mulheres que tiveram&nbsp;câncer de mama</p>
<h2 class="wp-block-heading"><strong>Desvantagens</strong></h2>
<p>&#8211; Aumento do fluxo menstrual (mais perceptível nos 6 primeiros meses da inserção). </p>
<p>&#8211; Após esse período o fluxo menstrual voltará ao seu padrão habitual.</p>
<p>&#8211; Aumento ou aparecimento transitório de cólicas menstruais – especialmente nos primeiros meses.Não controla doenças ginecológicas, como a&nbsp;endometriose (diferentemente do DIU hormonal)</p>
<p>&#8211; Não trata os sintomas de&nbsp;TPM, pois não bloqueia os ovários.</p>
<p>&#8211; Não provoca a redução de fluxo menstrual ou suspensão do fluxo, como acontece com o DIU de hormonal.&nbsp;</p>
<h2 class="has-text-align-center wp-block-heading"><strong>DIU HORMONAL(SIU)</strong></h2>
<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" loading="lazy" width="1024" height="548" src="https://janayne.com.br/wp-content/uploads/2021/05/MIRENA-OU-KYLLENA-1024x548.png" alt="" class="wp-image-1506" srcset="https://janayne.com.br/wp-content/uploads/2021/05/MIRENA-OU-KYLLENA-1024x548.png 1024w, https://janayne.com.br/wp-content/uploads/2021/05/MIRENA-OU-KYLLENA-300x161.png 300w, https://janayne.com.br/wp-content/uploads/2021/05/MIRENA-OU-KYLLENA-768x411.png 768w, https://janayne.com.br/wp-content/uploads/2021/05/MIRENA-OU-KYLLENA.png 1238w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>
<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" loading="lazy" width="1024" height="582" src="https://janayne.com.br/wp-content/uploads/2021/05/MIRENAXKYLEENA-1024x582.png" alt="" class="wp-image-1508" srcset="https://janayne.com.br/wp-content/uploads/2021/05/MIRENAXKYLEENA-1024x582.png 1024w, https://janayne.com.br/wp-content/uploads/2021/05/MIRENAXKYLEENA-300x170.png 300w, https://janayne.com.br/wp-content/uploads/2021/05/MIRENAXKYLEENA-768x436.png 768w, https://janayne.com.br/wp-content/uploads/2021/05/MIRENAXKYLEENA.png 1195w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>
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<h2 class="wp-block-heading">Hoje em dia, temos dois tipos de DIU HORMONAL.</h2>
<p>DIU Hormonal ou Medicado, também conhecido como SIU – sistema intra uterino: Esse dispositivo tem como mecanismo a liberação intrauterina de progesterona, que provoca espessamento do muco cervical, alteração da motilidade das tubas uterinas e alteração do endométrio, tecido de dentro do útero. Estes mecanismo somam eficácia na contracepção e taxa de sucesso semelhante a laqueadura tubária. A&nbsp;interrupção da ovulação não é um mecanismo importante do DIU,&nbsp;inclusive a maioria dos ciclos são ovulatórios.&nbsp;</p>
<p>O DIU hormonal pode ser usado como tratamento em casos de mioma, endometriose, adenomiose, chegando a poupar até 70% das cirurgias.</p>
<h2 class="wp-block-heading"><strong>EFEITOS ESPERADOS DO DIU HORMONAL:</strong></h2>
<p>&#8211; Mudanças nos padrões de sangramento, principalmente nos 6 primeiros meses de inserção, após esse período é esperado que o fluxo menstrual diminua ou a mulher fique sem menstruar.&nbsp;</p>
<p>&#8211; Sangramento prolongado &#8211; 59%</p>
<p>&#8211; Amenorréia (ficar sem menstruar imediatamente após a inserção) &#8211; 6 a 20%&nbsp;</p>
<p>&#8211; Escapes menstruais (sangramento em borra de café entre as menstruações) &#8211; 23 a 31%</p>
<p>&#8211; Redução na quantidade de dias de sangramento &#8211; 11 a 33%</p>
<h2 class="wp-block-heading"><strong>Efeitos colaterais raros:&nbsp;</strong></h2>
<p>&#8211; Ganho de peso, acne e hirsutismo e raros casos de alopecia &#8211; 0,33% &nbsp;</p>
<p>&#8211; Taxas de expulsão em 7 anos de acompanhamento do SIU-LNG variaram entre 3,1 e 8,7%, foram mais frequentes no início do uso e nos primeiros dois anos.</p>
<h2 class="wp-block-heading"><strong>Valor do DIU HORMONAL?&nbsp;</strong></h2>
<p>O DIU hormonal custa, em média, de R$ 800 reais a 1.000 reais. Entretanto, a inserção do dispositivo é feita por ginecologista e o procedimento tem um valor extra, de acordo com cada serviço realizado.</p>
<h2 class="wp-block-heading"><strong>Quem pode usar o DIU?</strong></h2>
<p>Todas as mulheres em todas as fases reprodutivas são aptas a utilizarem o DIU, desde que não tenham qualquer outra restrição indicada por um profissional ginecologista. Para se certificar de que você não possui nenhum desses problemas antes de usar o dispositivo, é possível fazer alguns exames. Deve-se primeiramente passar por uma análise ginecológica clínica, em que uma série de contraindicações já podem ser afastadas.</p>
<h2 class="wp-block-heading"><strong>QUEM NÃO PODE USAR O DIU?(CONTRA-INDICAÇOES)</strong></h2>
<p>&#8211; Anormalidades uterinas como: Útero bicorno, septado ou intensa estenose cervical impedem o uso do DIU.</p>
<p>&#8211; Miomas uterinos submucosos com relevante distorção da cavidade endometrial contraindicam o uso do DIU pela dificuldade na inserção e maior risco de expulsão.&nbsp;</p>
<p>&#8211; Miomas que não distorcem a cavidade uterina não são contra-indicação ao método.</p>
<p>&#8211; O DIU com cobre não pode ser inserido em vigência de IST (infecções sexualmente transmissíveis), tais como clamídia, gonorreia e AIDS nos estágios clínicos 3 e 4.&nbsp;</p>
<p>&#8211; Presença de infecção inflamatória pélvica aguda ou crônica (DIPA)</p>
<p>&#8211; Endometrite ou cervicite mucopurulenta</p>
<p>&#8211; Tuberculose pélvica&nbsp;</p>
<p>&#8211; <strong>O DIU pós parto&nbsp;</strong>não deve ser inserido quando houver presença de:&nbsp; febre durante o trabalho de parto ou ruptura de membranas há mais de 24 horas.&nbsp;</p>
<p>&#8211; <strong>No pós-parto imediato</strong>&nbsp;é contraindicação quando há hipotonia ou atonia pós-dequitação ou retenção placentária.&nbsp;</p>
<p>&#8211; Abortamento infectado</p>
<p>&#8211; Mulheres em uso de anticoagulantes ou com Distúrbios da coagulação não irão se beneficiar do uso do DIU com cobre pelo provável aumento do fluxo menstrual observado nestes casos.&nbsp;</p>
<p>&#8211; Câncer de colo uterino.</p>
<h2 class="wp-block-heading"><strong>Como colocar o DIU?</strong></h2>
<p>Uma ginecologista é a pessoa mais indicar para colocar o DIU. A colocação do DIU leva poucos minutos quando o procedimento é realizado por um profissional experiente. O DIU pode ser introduzido no próprio consultório do profissional de ginecologia. </p>
<p>Podemos aplicar uma anestesia local, no colo do útero, sendo comum sentir um desconforto leve, como uma cólica, durante o processo. Entretanto, na consulta prévia se identificado uma dor for intensa ou houver qualquer obstrução ao trajeto do DIU, o processo pode ser realizado em um centro cirúrgico, contando com o apoio de um anestesiologista e sedação.&nbsp; A colocação do DIU pode ser feita em qualquer período do ciclo menstrual.</p>
<p>É recomendado também que a mulher fique em repouso no dia do procedimento, evitando carregar peso ou realizar atividades sexuais. É possível voltar à rotina normalmente já no dia seguinte.</p>
<h2 class="wp-block-heading"><strong>Adaptação ao uso do DIU</strong></h2>
<p>A adaptação do uso do DIU varia de mulher para mulher. Assim que o dispositivo é colocado, é normal que a paciente sinta um leve desconforto, que pode durar por mais ou menos um dia. Mas, de modo geral, qualquer incômodo costuma passar em poucos dias.</p>
<h2 class="wp-block-heading"><strong>Inserção de DIU pós-parto</strong></h2>
<p>Se você passou por uma gestação e deseja colocar o DIU, o recomendado é esperar o período de quarentena. O útero leva em média 42 dias para voltar ao tamanho normal e se recuperar da gestação. Após esse período já é possível posicionar o dispositivo sem qualquer dano de perfuração ou de expulsão do material.<br />Os dois modelos diferentes também não afetam na amamentação.</p>
<h2 class="wp-block-heading"><strong>Infecção uterina: quais são os riscos com o DIU e como se prevenir?</strong></h2>
<p>&#8211; O DIU pode aumentar os riscos de infecção no útero, porém é possível tomar alguns cuidados para se prevenir deste problema.</p>
<p>&#8211; A partir do momento que já existem bactérias dentro do útero que geram uma infecção, o DIU pode ser colonizado por esses microorganismos, criando as condições propícias para a sua existência no trato genital.</p>
<p>&#8211; Para evitar isso, é muito importante que os exames antes de implantar o DIU sejam feitos adequadamente, além de seguir um acompanhamento e todas as orientações do seu profissional ginecologista.</p>
<h2 class="wp-block-heading"><strong>DIU x Trombose</strong></h2>
<p>Ao contrário das pílulas contraceptivas, o DIU não aumenta os riscos de trombose. Na verdade, ele é um dos métodos mais indicados para as mulheres que já possuem uma propensão a ter esse tipo de problema.</p>
<h2 class="wp-block-heading"><strong>Engravidando após retirar o DIU</strong></h2>
<p>O DIU não causa infertilidade permanente com o uso. Após o momento de retirada do dispositivo, a mulher já se encontra apta a engravidar – no caso do DIU de Cobre. Já no DIU hormonal, pode ser que demore até uns 3 meses para que a camada que recebe o embrião se recupere.</p>
<h2 class="wp-block-heading"><strong>DIU e as DSTs</strong></h2>
<p>Para a sua maior segurança e manutenção da sua saúde, é muito importante que o DIU seja utilizado em conjunto com os preservativos, sejam eles masculinos ou femininos. </p>
<p>Isso porque ele não previne contra as Infecções Sexualmente Transmissíveis, como HIV, sífilis, hepatite, entre outras, sendo indicado apenas como um método contraceptivo.<br />Portanto, faça o uso do preservativo em todas as suas relações sexuais (vaginal, oral e anal).</p>
<h2 class="wp-block-heading">Porque escolher o DIU como método contraceptivo<strong>?</strong></h2>
<p>A escolha do melhor método anticoncepcional deve estar sempre nas mãos da mulher, que saberá quais são as suas principais necessidades e restrições.</p>
<p>Para quem busca um alto índice de eficiência, ele é uma ótima alternativa à laqueadura tubária (superior a 99% de eficácia) e traz alguns benefícios combinados, como a redução do fluxo menstrual – para o DIU Hormonal, e o tratamento de algumas doenças, como a endometriose. E o DIU também é reversível.</p>
<h2 class="wp-block-heading"><strong>Valor do DIU: qual o preço para colocar o DIU?</strong></h2>
<p>Algumas pessoas têm a ideia de que o DIU tem um preço elevado. No entanto, ele apresenta um excelente custo-benefício.</p>
<p>O modelo de cobre, por exemplo, pode ser encontrado a partir de R$ 100. Já a opção de DIU Hormonal, o custo fica entre R$ 800 e R$ 1.500. O preço do DIU de prata é entre R$250 e R$350.&nbsp;Porém, é necessário contabilizar também o valor do procedimento de inserção – que cada médico pode ter um valor diferente.&nbsp;</p>
<p>A alta eficiência e durabilidade do DIU fazem com que ele se classifique como econômico.</p>
<h2 class="wp-block-heading"><strong>ORIENTAÇÕES APÓS INSERÇÃO DO DIU:</strong></h2>
<p>Após a inserção do DIU, a mulher deve ser orientada a procurar atendimento, a qualquer tempo, caso apresente algum sintoma de alarme como:</p>
<p>&#8211; Febre</p>
<p>&#8211; Dor pélvica aguda e persistente, que podem ser sinal de doença inflamatória pélvica por presença de cervicite por Chlamydia, assintomática no momento da inserção.&nbsp;</p>
<p>&#8211; Após a inserção do DIU a paciente poderá realizar suas atividades cotidianas&nbsp;</p>
<p>&#8211; A usuária deve ser orientada a usar preservativo masculino ou feminino ou outro método contraceptivo durante 7 dias após a colocação, período de adaptação do organismo.&nbsp;</p>
<p>&#8211; O uso de camisinha feminina ou masculina deve ser aconselhado, como forma de prevenção às IST.&nbsp;</p>
<p>&#8211; Nesse caso, a mulher deve ser tratada com antibiótico apropriado, não sendo necessária a remoção do DIU&nbsp; se a sintomatologia regredir rapidamente. Se persistir, é preciso retirar o DIU.&nbsp;</p>
<p>&#8211; Toda usuária deve retornar para uma consulta de revisão entre 30 a 45 dias após inserção do dispositivo intrauterino.&nbsp;</p>
<h2 class="wp-block-heading">&nbsp;<strong>REALIZAÇÃO DE ULTRASSONOGRAFIA:</strong></h2>
<p>&#8211; Antes da inserção, deverá ser realizada em casos selecionados, como exemplo, na suspeição de má formação uterina ou para a investigação de sangramento uterino anormal sem diagnóstico.&nbsp;</p>
<p>&#8211; Após inserção solicitamos ultrassom transvaginal para confirmação do bom posicionamento do DIU.&nbsp;</p>
<p>&#8211; Também pode ser utilizada para identificar a presença do DIU quando o fio do DIU não está visível na cérvix ou nos casos de fio com comprimento mais longo que aquele registrado no momento da inserção.&nbsp;</p>
<h2 class="wp-block-heading"><strong>COMO SUSPEITAR QUE O DIU ESTÁ FORA DO LUGAR OU FOI EXPULSO ?</strong></h2>
<p>A expulsão do DIU com cobre é mais comum no primeiro ano de uso, ocorrendo em até 4-5% das usuárias. Os fatores de risco para expulsão são:&nbsp;</p>
<p>&#8211; História de expulsão prévia de outro DIU com cobre (neste último caso, a probabilidade de nova expulsão é de 30%).&nbsp;</p>
<p>&#8211; Aumento do fluxo menstrual e dismenorréia severa</p>
<p>&#8211; Suspeita-se de expulsão parcial quando há corrimento vaginal, sangramento intermenstrual (escape menstrual) ou sinusorragia (sangramento após relação sexual) e dispareunia (dor durante a relação sexual).&nbsp;</p>
<p>&#8211; Algumas mulheres não têm sintoma quando há expulsão parcial ou total.&nbsp;</p>
<p><strong>Outra opção de contracepção de longa duração:</strong> Além do DIU, a Dra. Janayne também trabalha com o implante anticoncepcional. Saiba mais sobre o <a href="https://janayne.com.br/2023/07/17/implante-anticoncepcional-implanon-em-brasilia/">Implanon em Brasília</a> — outra opção segura, com até 3 anos de eficácia e inserção no consultório.</p>
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		<title>Menopausa e climatério</title>
		<link>https://janayne.com.br/2021/03/15/menopausa-e-climaterio/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[WagnerC]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 15 Mar 2021 17:59:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Menopausa]]></category>
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					<description><![CDATA[Menopausa e climatério: diferenças, sintomas e tratamentos. Reposição hormonal, qualidade de vida e quando procurar a ginecologista.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
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<p>Climatério e menopausa não são sinônimos! Menopausa é o nome dado à última menstruação da vida da mulher, enquanto climatério é período pré e pós-menopausa no qual a mulher apresenta sintomas devido a progressiva redução na produção de estrogênio. </p>
<p>O climatério começa na transição entre a fase reprodutiva e não-reprodutiva da mulher. Portanto, não é tecnicamente correto dizer que uma mulher está na menopausa. O certo é dizer que a mulher teve a sua menopausa e encontra-se no climatério.</p>
<ul class=" wp-block-list">
<li><strong>Transição menopausal</strong>, refere-se ao espaço de tempo onde começam a ocorrer mudanças no intervalo e na duração do ciclo menstrual, assim como alterações endocrinológicas e hormonais. Essa fase termina na última menstruação (menopausa). Dura em média cerca de 4 anos, podendo variar de 0 a 10 anos. </li>
</ul>
<ul class=" wp-block-list">
<li><strong>Menopausa </strong>é a última menstruação da vida da mulher. Sendo considerada apenas quando a mulher deixa de menstruar por, pelo menos, 12 meses seguidos.</li>
</ul>
<ul class=" wp-block-list">
<li><strong>Pós-menopausa</strong> é o período que inicia-se após a última menstruação, ou seja, após a menopausa.</li>
</ul>
<ul class=" wp-block-list">
<li><strong>Climatério</strong> é o período que engloba a pré-menopausa e os primeiros anos de pós-menopausa.</li>
</ul>
<h2 class=" wp-block-heading"><strong>Climatério</strong></h2>
<p>O climatério é uma fase na qual o corpo da mulher passa por uma série de alterações fisiológicas que podem afetar a sua qualidade de vida. O principal é a redução nos níveis de estrogênio que ocorrem porque os ovários começam a entrar em falência. Este período é caracterizado por ciclos menstruais irregulares e marcantes flutuações hormonais, muitas vezes acompanhados por fogachos (ondas de calor), suores noturnos, distúrbios do sono, alterações do humor e secura vaginal. </p>
<p>A sensação de inchaço no corpo e mamas, as dores fortes de cabeça ou enxaquecas, as alterações de humor (nervosismo, irritação, tristeza profunda e mesmo depressão) podem manifestar-se ao longo de até quinze dias antes da menstruação. Do meio para o fim do climatério é comum, ainda, a irregularidade nos ciclos e a variação do fluxo menstrual. Nessa fase de transição, é comum que as menstruações fiquem mais espaçadas e quando aparecem, tem um fluxo menstrual aumentado. Além disso, ocorrem mudanças na gordura corporal e perda de massa óssea, típicas do climatério, causando grande impacto para a saúde a longo prazo.</p>
<p>O climatério é um fenômeno natural, que ocorre com todas as mulheres e cerca de 80%, apresentam sintomas em menor ou maior intensidade.</p>
<h2 class=" wp-block-heading"><strong>Menopausa</strong></h2>
<p>É a última menstruação da vida da mulher. Podemos diagnosticar a menopausa depois de 12 meses consecutivos sem menstruar e dosagem de FSH ( hormônio folículo-estimulante) maior ou igual a 30UI/ml. Nesse momento, seus ovários param de liberar óvulos e param de produzir os hormônios estrogênio e progesterona. Após a menopausa, a mulher não pode mais engravidar. A menopausa geralmente ocorre entre 45 e 55 anos. A média de idade é 51 anos. </p>
<p>Mulheres que passam pela menopausa antes dos 40 anos são consideradas como tendo uma menopausa anormalmente precoce (chamada de insuficiência ovariana prematura ou insuficiência ovariana primária), e se ocorrer após 55 anos, chamamos de menopausa tardia.</p>
<p><strong>Menopausa induzida:</strong> É a parada da menstruação imediata, abrupta, causada por intervenção médica (quimioterapia ou radioterapia) ou intervenção cirúrgica (ooforectomia bilateral &#8211; retirada dos dois ovários). A menopausa induzida por quimioterapia ou radioterapia, pode ser transitória, dependendo da dose utilizada e da idade da mulher.</p>
<p><strong>Após a histerectomia  &#8211; </strong> Se você não tiver um útero (por exemplo, se você fez uma histerectomia), mas ainda tiver ovários, não irá induzir uma menopausa. Fique tranquila. Você entrará na menopausa na idade certa, que pode ser anos depois. No entanto, pode ser difícil saber quando isso acontece porque você não tem períodos menstruais. Você pode desenvolver sintomas da menopausa à medida que seus ovários param de funcionar e seus níveis de estrogênio no sangue começam a cair. Se você estiver tendo sintomas incômodos de menopausa após a histerectomia, converse com seu médico ginecologista.</p>
<h2 class=" wp-block-heading"><strong>Como posso saber se estou passando pelo climatério?</strong></h2>
<p>A maioria das mulheres começa a se perguntar sobre a menopausa quando a menstruação começa a mudar. Se você está passando pelo climatério, você pode:</p>
<ul class=" wp-block-list">
<li>Ter menstruações mais espassadas (por exemplo, a cada 3 meses) e quando fica menstruada poderá vir com um maior fluxo menstrual e com aumento do tempo de menstruação. </li>
</ul>
<ul class=" wp-block-list">
<li>Ter sangramento que dura menos dias do que antes</li>
</ul>
<ul class=" wp-block-list">
<li>Pular 1 ou mais períodos menstruais </li>
<li>Comece a notar sintomas da menopausa, como ondas de calor ou depressão (descritos abaixo)</li>
</ul>
<p> </p>
<p><strong>Sangramento anormal  </strong></p>
<p> Pode ser difícil saber se o sangramento vaginal é anormal quando você está perto da menopausa. Em geral, você deve consultar o seu médico se tiver os seguintes sintomas:</p>
<ul class=" wp-block-list">
<li>Sangramento vaginal com mais frequência do que a cada três semanas</li>
</ul>
<ul class=" wp-block-list">
<li>Sangramento menstrual excessivo e intenso</li>
</ul>
<ul class=" wp-block-list">
<li>Spotting (escapes menstruais) entre seus períodos</li>
<li>Sangramento vaginal após a menopausa (mesmo que seja apenas uma mancha de sangue)</li>
</ul>
<h2 class=" wp-block-heading"><strong>Menopausa e Anticoncepcional  </strong></h2>
<p>A  fertilidade diminui naturalmente com a idade, e a maioria das mulheres tem menos probabilidade de engravidar após os 45 anos. No entanto, é possível. É importante continuar a usar métodos anticoncepcionais se não quiser engravidar, principalmente se ainda estiver menstruada e sexualmente ativa. Você deve continuar seu método anticoncepcional até ter certeza de que passou pela menopausa (ou seja, já se passaram 12 meses ou mais desde sua última menstruação). Depois de entrar na menopausa, você não pode engravidar e poderá parar o método.</p>
<h2 class=" wp-block-heading"><strong>Recomendações: </strong></h2>
<ul class=" wp-block-list">
<li>Se você é Tabagista e tem 35 anos ou mais de idade = Está proibido usar anticoncepcionais hormonais combinados ( estrogênio + progesterona), seja medicamento via oral ou injetável, pois aumenta o risco de infarto, acidente vascular cerebral (derrame) e trombose. </li>
<li>Para mulheres que desejam usar a pílula durante a perimenopausa, é indicado uma versão de baixa dosagem, a menor dosagem possível de hormônio. </li>
<li>Se você usa um dispositivo intrauterino (DIU), deve deixá-lo pelo menos até passar da idade média da menopausa (51 anos).  </li>
</ul>
<figure class="wp-block-image size-large aligncenter"><img decoding="async" width="1024" height="1024" src="https://janayne.com.br/wp-content/uploads/2026/05/menopausa-sintomas-1.jpg" alt="Sintomas da menopausa" class="wp-image-1987" srcset="https://janayne.com.br/wp-content/uploads/2026/05/menopausa-sintomas-1.jpg 1024w, https://janayne.com.br/wp-content/uploads/2026/05/menopausa-sintomas-1-300x300.jpg 300w, https://janayne.com.br/wp-content/uploads/2026/05/menopausa-sintomas-1-150x150.jpg 150w, https://janayne.com.br/wp-content/uploads/2026/05/menopausa-sintomas-1-768x768.jpg 768w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>
<h2 class=" wp-block-heading"><strong>Quais são os sintomas da menopausa?</strong></h2>
<p>Algumas mulheres passam pela menopausa sem sintomas. Mas a maioria tem um ou mais destes sintomas:</p>
<ul class=" wp-block-list">
<li><strong>Ondas de calor ou fogachos:</strong> As ondas de calor parecem uma onda de calor que começa na parte superior do tronco, e sobe para região de pescoço e rosto.  A sensação de calor dura de dois a quatro minutos, acompanhados de vermelhidão na face, sudorese, palpitações cardíacas, tonturas, fadiga muscular. Quando mais intensos, podem impor limitações nas tarefas do dia a dia. As ondas de calor geralmente começam a acontecer antes de você parar de menstruar.</li>
</ul>
<ul class=" wp-block-list">
<li><strong>Suores noturnos &#8211;</strong> Quando  a sudorese acontece durante o sono, são chamados de &#8220;suores noturnos&#8221;.  Sensação de suor frio e calafrios que geralmente ocorrem após os fogachos. Eles podem dificultar uma boa noite de sono e pioram os sintomas de cansaço e irritação da perimenopausa.</li>
</ul>
<ul class=" wp-block-list">
<li><strong>Problemas de sono &#8211; </strong>durante a transição para a menopausa, algumas mulheres têm dificuldade para adormecer ou permanecer dormindo. Isso pode acontecer mesmo que os suores noturnos não sejam um problema. A insônia pode surgir até 7 anos antes da menopausa e costuma se agravar no último ano da pré-menopausa. Mulheres ansiosas ou deprimidas costumam ser aquelas com maior dificuldade para dormir.</li>
</ul>
<p> </p>
<ul class=" wp-block-list">
<li><strong>Depressão &#8211; </strong>durante a transição para a menopausa, muitas mulheres começam a apresentar sintomas de depressão ou ansiedade. Isso é especialmente verdadeiro para mulheres que já estiveram deprimidas. Os sintomas de depressão incluem:</li>
</ul>
<p class="has-text-align-left">Tristeza</p>
<p class="has-text-align-left">Perder o interesse em fazer as coisas</p>
<p class="has-text-align-left">Dormir muito ou pouco</p>
<ul class=" wp-block-list">
<li><strong>Variações súbitas do humor:</strong>A redução dos níveis de estrógeno e progesterona interfere com a liberação de neurotransmissores essenciais para o funcionamento harmonioso do sistema nervoso central. Como consequência, aumentam as queixas de irritabilidade, labilidade emocional, choro descontrolado, depressão, distúrbios de ansiedade, melancolia, perda da memória e insônia;</li>
</ul>
<ul class=" wp-block-list">
<li><strong>Secura vaginal:</strong> O revestimento da vagina  é composto por tecidos dependentes de estrogênio. A deficiência de estrogênio que ocorre na menopausa pode fazer com que a vagina e os tecidos próximos a ela fiquem secos e finos, resultando em atrofia da vagina (vaginite atrófica) e sintomas de secura vaginal, coceira e dor durante o ato sexual (chamada de dispareunia). A secura vaginal inicia-se no climatério, mas torna-se realmente evidente anos após a menopausa.</li>
</ul>
<ul class=" wp-block-list">
<li><strong>Redução da libido:</strong>As alterações hormonais típicas da menopausa são as responsáveis pela redução da libido na mulher. Além disso, a própria secura vaginal pode tornar o ato sexual doloroso, o que, aliado a uma redução do aporte de sangue para a região vaginal e vulvar pela deficiência de estrogênio, pode reduzir a capacidade da mulher de ter prazer com o sexo.</li>
</ul>
<ul class=" wp-block-list">
<li><strong>Problemas para se concentrar ou lembrar das coisas &#8211;</strong> O estrogênio também parece ter importante papel no funcionamento normal do cérebro feminino. Na perimenopausa, as mulheres podem começar a ter lapsos de memória de curto prazo, tornando-se mais comuns esquecimentos triviais, tais como onde guardou a chaves, aniversários de amigos e datas de reuniões. Em geral, não é nada muito grave, mas em pessoas muito metódicas, pode ser algo que gere grande incômodo. Os lapsos de memória são mais comuns em mulheres deprimidas, estressadas ou muito cansadas.</li>
</ul>
<ul class=" wp-block-list">
<li><strong>Manifestações urogenitais:</strong> Tais como dificuldade para esvaziar a bexiga, dor para urinar, incontinência urinária (perda urinária aos esforços ou urgência miccional) e infecções urinárias e ginecológicas.</li>
</ul>
<ul class=" wp-block-list">
<li><strong>Alterações na pele (pele seca), Queda de cabelo (seco e quebradiço) e Unhas fracas: </strong>A redução dos níveis de estrogênios está relacionada a uma queda na produção de colágeno, que é a substância que mantem nossa pele firme e com boa aparência, qualidade do cabelo e saúde das unhas.</li>
</ul>
<ul class=" wp-block-list">
<li><strong>Pelos faciais: </strong>Na perimenopausa as relação entre os níveis de estrogênio (hormônio feminino) e androgênios (hormônio masculino) se alteram. Toda mulher  produz pequenas quantidades de androgênios durante a vida, cujo os efeitos são bloqueados pelo estrogênio.  Conforme a menopausa se aproxima, os níveis de estrogênios caem e os de androgênios sobem.  Esse aumento dos hormônios masculinos podem provocar o aparecimento de pelos na face da mulher, principalmente no queixo.</li>
</ul>
<p>   Além do queixo, novos pelos também podem surgir na  região do bigode, nas bochechas e até no peito e no abdômen.</p>
<ul class=" wp-block-list">
<li><strong>Ganho de peso: </strong>O metabolismo e a forma como o corpo armazena gordura se alteram com a redução dos níveis de estrogênio. O gasto calórico basal do corpo diminui, fazendo com que seja mais fácil engordar com menos calorias. Além disso, o corpo passa a ter um padrão de acúmulo de gordura mais parecido com os homens, com mais deposição de gordura na barriga e ao redor da cintura.</li>
</ul>
<ul class=" wp-block-list">
<li><strong>Perda óssea e Osteoporose:</strong> O estrogênio suprime a reabsorção óssea. Com a menopausa, a reabsorção supera a produção óssea, levando a perda anual de 3 a 5% da massa óssea nos primeiros anos, podendo continuar com taxas de perda de 1 a 2% ao ano. Esse processo faz com que mulheres estejam muito mais sujeitas à osteoporose e fraturas, como a do colo do fêmur, do que os homens. Conforme o climatério avança, mais comum torna-se a ocorrência de osteoporose.</li>
</ul>
<ul class=" wp-block-list">
<li><strong>Risco aumentado de doenças cardiovasculares:</strong> As mulheres na pós-menopausa têm perfis lipídicos menos favoráveis em comparação com as mulheres na pré-menopausa e o risco de síndrome metabólica aumenta após a transição da menopausa. Essas mulheres também apresentam risco aumentado de eventos cardiovasculares e mortalidade cardiovascular. A doença coronariana é a principal causa de morte depois da menopausa.</li>
</ul>
<p> </p>
<h2 class=" wp-block-heading"><strong>TRATAMENTO DA MENOPAUSA</strong></h2>
<p>A <strong>terapia de reposição hormonal (TH)</strong> é o tratamento de escolha para aliviar os sintomas físicos, principalmente vasomotores ( fogachos ou ondas de calor) associados a menopausa e prevenir as consequências clínicas de deficiência estrogênica. Está especialmente indicado para mulheres sintomáticas abaixo dos 60 anos ou as mulheres que estão dentro da janela de oportunidade (menos de 10 anos pós-menopausa).  (nível de evidência A)</p>
<p>Se os sintomas são somente vaginais, sintomas da síndrome geniturinária da menopausa (secura vaginal e atrofia vaginal, por exemplo), a terapia estrogênica por via vaginal é mais eficaz e deverá ser a primeira escolha.  (nível de evidência A)</p>
<p>A terapia hormonal é efetiva para prevenir a perda de massa óssea e as fraturas por fragilidade. (nível de evidência A)</p>
<p>Mulheres com insuficiência ovariana prematura apresentam maior morbidade e mortalidade em decorrência do hipoestrogenismo prolongado. Na ausência de contraindicações, elas devem usar TH até, no mínimo, a faixa estaria de menopausa estimada, por volta dos 50 anos. (nível de evidência A)</p>
<h2 class=" wp-block-heading"><strong>VOCÊ PROVAVELMENTE, JÁ OUVIU FALAR QUE TERAPIA HORMONAL AUMENTA RISCO DE CÂNCER DE MAMA? MITO OU VERDADE? DE ONDE SURGIU ESSA HISTÓRIA? </strong></h2>
<p>Essa história começou em 2002, após os primeiros resultados do famoso estudo WHI &#8211; Women´s Health Iniciative, que analisou a terapia hormonal, esses resultados despertaram polêmica no meio científico, principalmente pelos efeitos negativos cardiovasculares e o risco de câncer mamário. </p>
<p>Em retrospectiva de mais de 10 anos, apesar das criticas na elaboração e na execução do estudo WHI, aprendemos lições fundamentais. É importante ressaltar que muitas participantes, desse estudo, estavam há mais de 10 anos após a menopausa, eram assintomáticas e possuíam média de faixa etária de 64 anos, 35% eram hipertensas, 50% eram tabagistas prévias ou atuais e tinham IMC compatível com sobrepeso/obesidade, ou seja, não seguiam as atuais recomendações para prescrever a terapia hormonal com relação à janela de oportunidade de benefícios desta terapia. </p>
<p>A primeira resposta da sociedade naquela época foi rejeitar o tratamento hormonal no climatério, devido ao grande medo dos riscos divulgados. Felizmente, na última década, foram reanalizados os dados, a partir do estudo WHI, com outros braços deste estudo e novas pesquisas de alto impacto e valor também surgiram, mostrando para sociedade cientifica, que em mulheres com fogachos e/ou outras indicações, iniciando a terapia hormonal, próxima da menopausa, há muito mais benefícios do que riscos, incluindo a preservação de massa óssea. </p>
<p> Em agosto de 2019, foi publicado, um estudo na revista THE LANCET, chamado &#8220;Type and timing of menopausal hormone therapy and breast cancer risk: individual participant meta-analysis of the worldwide epidemiological evidence&#8220;,  essa meta- análise, reune estudos de 1992 até 2018, e revela que a maioria dos regimes TH avaliados nos estudos são diferentes dos atualmente recomendados. Este artigo também fornece uma mensagem importante sobre obesidade e risco de câncer de mama. A obesidade e o sobrepeso estão associados a um maior risco de câncer de mama.</p>
<ul class=" wp-block-list">
<li>Risco de câncer de mama em 20 anos: </li>
</ul>
<ul class=" wp-block-list">
<li>7,4% para estrogênio isolado = Lembrando que atualmente só fazemos terapia isolada para pacientes que não tem útero. </li>
<li>6,3% para mulheres com sobrepeso e que não usam terapia hormonal </li>
<li>7,2% para mulheres obesas e que não usam terapia hormonal </li>
</ul>
<p>Outro estudo publicado na revista JAMA, &#8220;Risks and benefits of estrogen plus progestin in healthy postmenopausal women: principal results From the Women&#8217;s Health Initiative randomized controlled trial&#8220;, nos diz que o risco absoluto de desenvolver câncer de mama fazendo uso de TH, é de 8 casos a cada 10.000 mulheres, e também puderam observar que houve 6 casos a menos de câncer colorretal e 5 casos a menos de fratura de quadril. </p>
<p>O consenso atual sobre a TH é de que ela deve ser iniciada apenas para o alívio da sintomatologia climatérica, com a menor dose que seja eficaz e durante o menor tempo possível, não devendo ser indicada para prevenção primária ou secundária da doença cardiovascular ou outras ações preventivas em longo prazo.</p>
<p>Apesar de tudo isso, a decisão de usar ou não a TH deve ser sempre feita individualmente levando-se em consideração as características de cada paciente, as indicações e ausência de contra-indicações, o tempo decorrido desde a menopausa (conceito de janela de oportunidade), a presença de comorbidades , bem como os valores e opiniões do paciente após os devidos esclarecimentos.</p>
<h2 class=" wp-block-heading"><strong>Contraindicações ao uso de terapia hormonal:</strong></h2>
<h2 class=" wp-block-heading"><strong>Absolutas</strong></h2>
<ul class=" wp-block-list">
<li><strong>Câncer de mama </strong></li>
</ul>
<ul class=" wp-block-list">
<li><strong>Lesão precursora para o câncer de mama </strong></li>
</ul>
<ul class=" wp-block-list">
<li><strong>Câncer de endométrio.</strong></li>
</ul>
<ul class=" wp-block-list">
<li><strong>Doença trombótica ou tromboembólica venosa.</strong></li>
</ul>
<ul class=" wp-block-list">
<li><strong>Doença coronariana </strong></li>
</ul>
<ul class=" wp-block-list">
<li><strong>Doença cerebrovascular </strong></li>
</ul>
<ul class=" wp-block-list">
<li><strong>Doença hepática descompensada.</strong></li>
</ul>
<ul class=" wp-block-list">
<li><strong>Sangramento vaginal de causa desconhecida.</strong></li>
</ul>
<ul class=" wp-block-list">
<li><strong>Porfiria.</strong></li>
</ul>
<ul class=" wp-block-list">
<li><strong>Lupus eritematoso sistêmico com elevado risco</strong> <strong>tromboembólico </strong></li>
</ul>
<ul class=" wp-block-list">
<li><strong>Meningeoma &#8211; apenas para o progestagênio </strong></li>
</ul>
<h2 class=" wp-block-heading"><strong>Relativas</strong></h2>
<ul class=" wp-block-list">
<li><strong>Hipertensão arterial sistêmica descompensada</strong></li>
</ul>
<ul class=" wp-block-list">
<li><strong>Diabetes mellitus descompensado ou com vasculopatia diabética </strong></li>
</ul>
<ul class=" wp-block-list">
<li><strong>Melanoma:</strong><strong> deve-se aguardar pelo menos 2 anos livre da doença para introduzir-se a TH, dependendo do tamanho do tumor. </strong></li>
</ul>
<h2 class=" wp-block-heading"><strong>Vias de Administração, Tipos de Hormônio e Doses</strong></h2>
<p>A via de administração, a dose e o tipo de hormônio a ser utilizados dependem da sintomatologia a ser tratada e da individualização para cada paciente, a fim de evitarem-se efeitos adversos.</p>
<h2 class=" wp-block-heading"><strong>Opções de tratamento não hormonal </strong></h2>
<p>Se você se sente incomodada com as ondas de calor, mas tem alguma contra-indicação ou prefere evitar a terapia hormonal, existem alternativas. Embora a terapia hormonal seja o tratamento mais eficaz para as ondas de calor, as alternativas não hormonais são uma boa opção para muitas mulheres.</p>
<h2 class=" wp-block-heading"><strong>Terapias Comportamentais: </strong></h2>
<ul class=" wp-block-list">
<li>Mudança no estilo de vida: Exercícios aeróbicos, perda de peso, Acompanhamento nutricional, Terapia comportamental e controle do estresse</li>
<li>Diminuição do consumo de álcool e cafeína </li>
<li>Ingesta de alimentos e bebidas refrescantes </li>
<li>Preferência por ambientes arejados e com temperaturas amenas</li>
<li>Uso de roupas leves </li>
</ul>
<h2 class=" wp-block-heading"><strong>Terapias não farmacológicas: </strong></h2>
<p><strong>Acupuntura:</strong> Pode ser um tratamento complementar ou isolado para reduzir os sintomas vasomotores. Associada a melhora da qualidade de vida da paciente. </p>
<h2 class=" wp-block-heading"><strong>Fitoterápicos: </strong></h2>
<ul class=" wp-block-list">
<li><strong>Isoflavonas:</strong> Classe de fitoquímicos que se ligam a receptores beta de estrogênio (RE). Portanto, <strong>as pacientes com câncer de mama ou alto risco para câncer de mama, não devem fazer uso de isoflavona e também não devem usar chá de amora. </strong>Um estudo com suplementação de equol mostrou melhora de alguns sintomas climatéricos e da qualidade de vida após 12 semanas de uso  (nível de evidência A).</li>
<li><strong>Cimicifuga Racemosa ou Actaea racemosa</strong> L.(black cohosh): Ensaios clínicos sobre segurança e efetividade são conflitantes</li>
</ul>
<h2 class=" wp-block-heading"><strong>Terapias farmacológicas: </strong></h2>
<ul class=" wp-block-list">
<li><strong>Inibidores Seletivos da Recaptação de Serotonina (ISRS)</strong></li>
<li><strong>Inibidores Seletivos da Recaptação de Serotonina e Norepinefrina ( ISRSN)</strong></li>
</ul>
<p><strong>Importante:</strong> Paroxetina e Fluoxetina não devem ser utilizados por pacientes que estão em tratamento para câncer de mama pela possibilidade de interferirem negativamente em seu efeito  no tratamento. ( Nível de evidência D)</p>
<h3 class="wp-block-heading"><strong>REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA: </strong></h3>
<ol class="wp-block-list">
<li>Pompei LM, Machado RB, Wender  COM, Fernando CE (eds). Consenso Brasileiro de Terapeutica Hormonal da Menopausa – Associação Brasileira de Climatério (SOBRAC). São Paulo: leitura médica,2018.</li>
<li>Federação Brasileira das associações de Ginecologia e Obstetrícia -Manual de Orientação Climatério – 2010 </li>
<li>Cordeiro César Pacello, P. Prevalência e fatores associados ao uso de terapia hormonal e terapia não-hormonal no tratamento da menopausa: estudo de base populacional</li>
<li>Collaborative Group on Hormonal Factors in Breast Cancer.<a href="https://www.thelancet.com/journals/lancet/article/PIIS0140-6736(19)31709-X/fulltext"> Type and timing of menopausal hormone therapy and breast cancer risk: individual participant meta-analysis of the worldwide epidemiological evidence</a> [published online August 29, 2019]. Lancet. doi:10.1016/S0140-6736(19)31709-X</li>
<li>Kotsopoulos J.<a href="https://www.thelancet.com/journals/lancet/article/PIIS0140-6736(19)31901-4/fulltext"> Menopausal hormones: definitive evidence for breast cancer</a> [published online August 29, 2019]. Lancet. doi:10.1016/S0140-6736(19)31901-4</li>
</ol>
<p> </p>
</p></div>
</p></div>
</p></div>
</p></div>
</p></div>
</section></div>
]]></content:encoded>
					
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			</item>
		<item>
		<title>Quais são os cosméticos permitidos e proibidos na Gestação:</title>
		<link>https://janayne.com.br/2020/12/08/cosmeticos-permitidos-e-proibidos-na-gestacao/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[WagnerC]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 08 Dec 2020 16:28:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Obstetrícia]]></category>
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					<description><![CDATA[Cosméticos na gestação: lista do que pode e o que evitar. Retinol, ácido salicílico, hidroquinona e alternativas seguras durante a gravidez.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">        A gravidez é um dos períodos de maior transformação no corpo das mulheres. Por isso, muitas delas não deixam a vaidade de lado e apostam em tratamentos de beleza durante a gestação. Mas é importante ter cuidado, já que alguns procedimentos são extremamente contraindicados neste período.</p>

<p class="wp-block-paragraph">         O diagnóstico dos efeitos destes procedimentos é restrito. A segurança no uso da maioria das substâncias químicas, presentes nos cosméticos, em gestantes não foi devidamente avaliada, pois as mulheres grávidas não são incluídas nos testes.</p>

<p class="wp-block-paragraph"><strong>Quais são os riscos ?</strong></p>

<ul class="wp-block-list">
<li>Para o bebê: Os produtos químicos de muitas tintas e alisamentos podem ultrapassar a barreira da placenta e entrar em contato com o feto, os riscos são de malformação de membros e órgãos e aborto.</li>
<li>Para gestante: Os produtos químicos podem alterar alguns setores do organismo materno, como a tireoide e o SNC, se absorvidos pelo couro cabeludo.</li>
</ul>

<figure><img decoding="async" src="https://janayne.com.br/wp-content/uploads/2020/12/image-8.png" alt="Mulher grávida em vestido vermelho, segurando a barriga, com texto sobre cosméticos proibidos na gestação." /></figure>

<h2 class="wp-block-heading"><strong>5 Cosm</strong><strong>é</strong><strong>ticos proibidos na Gestaçã</strong><strong>o:</strong></h2>

<p class="wp-block-paragraph">1. Escova progressiva e Alisantes de cabelo são contraindicados pela presença de formol, amônia e benzeno.</p>

<p class="wp-block-paragraph">2. Tinturas para o cabelo, que contenham chumbo ou amônia, em sua composição são muito perigosas, uma vez que a penetração é muito profunda e pode atingir o córtex.</p>

<p class="wp-block-paragraph">3. Laser, microagulhamento e Peeling Químicos (por conta do ácido retinoico e seus derivados)</p>

<p class="wp-block-paragraph">4. Tratamentos com radiofrequência, tecnologia usada para combater a flacidez da pele, devem ser evitados por conta das ondas eletromagnéticas que podem interferir na gestação.</p>

<p class="wp-block-paragraph">5. Cremes ou Ativos com ureia acima de 3%  na fórmula  (aumentam a capacidade de absorção da pele).</p>

<p class="wp-block-paragraph"><strong>Uso de cosméticos durante amamentação:</strong></p>

<figure><img decoding="async" loading="lazy" src="https://janayne.com.br/wp-content/uploads/2020/12/image-9.png" alt="Lista de cosméticos permitidos e proibidos na gestação, com classificação de uso seguro e restrito." /></figure>

<h2 class="wp-block-heading"><strong>Proibições à parte, vamos falar do que vocês poderão fazer:</strong></h2>

<ul class="wp-block-list">
<li> Recomenda- se que no primeiro trimestre não se faça nada. A partir do segundo trimestre pode ser feita a tintura sem amônia ou metais pesados ( chumbo / Benzeno). <strong>Sugiro colora</strong><strong>çõ</strong><strong>es </strong><strong>à </strong><strong>base de henna 100% naturais.</strong></li>
</ul>

<ul class="wp-block-list">
<li>Shampoo tonalizantes estão liberados após a primeira metade da gestação.</li>
</ul>

<ul class="wp-block-list">
<li>Mechas, luzes e Reflexos  à  Dar preferência à metade do cabelo para baixo, evitando pegar na raiz.</li>
</ul>

<ul class="wp-block-list">
<li>Métodos de cauterização e hidratação também estão liberados. —&gt; Sempre atentas a formulação desses produtos.    </li>
</ul>

<ul class="wp-block-list">
<li> Drenagem linfática (reduz  possíveis inchaços)</li>
</ul>

<ul class="wp-block-list">
<li>Limpeza de pele e Máscaras faciais</li>
</ul>

<ul class="wp-block-list">
<li>Higienização: as oscilações hormonais típicas deste período tendem a provocar o aparecimento de cravos e espinhas, além do consequente aumento de oleosidade – mesmo para mulheres que nunca tiveram esse problema. As gestantes devem optar por produtos que são capazes de amenizar a acne, desobstruir os poros e diminuir a produção de sebo.</li>
</ul>

<ul class="wp-block-list">
<li> Hidratação: entre os ativos que hidratam, conservam a barreira protetora da pele, e diminuem o risco do aparecimento de estrias, estimulam a produção de colágeno e são permitidos para grávidas, aparecem a água termal, a manteiga de karité, a glicerina, os óleos de amêndoas/minerais e  o ácido hialurônico. A hidratação deve ser complementada com a ingestão de muito líquido. </li>
</ul>

<ul class="wp-block-list">
<li>Fotoproteção: importante para prevenir manchas de melasma. Use filtros solares com FPS superior a 50 e os protetores físicos, como chapéus, óculos escuros e guarda-sol.  </li>
</ul>

<ul class="wp-block-list">
<li>Anti-idade: É um bom artifício para deixar a pele saudável, viçosa e lisinha. Pode ser usado ativos de ácido hialurônico, zinco, antioxidantes, vitaminas C e E, são os ideais para este fim.</li>
</ul>

<p class="wp-block-paragraph">         A dica, então, é apostar em componentes mais suaves. Além do obstetra, é importante incluir o médico dermatologista no pré-natal. Assim, a mulher grávida poderá garantir os cuidados da sua pele sem afetar a gestação.</p>


<p><strong>Planejamento familiar pós-parto:</strong> Para mulheres que terminaram a gestação e desejam evitar uma nova gravidez no curto prazo, o <a href="https://janayne.com.br/2023/07/17/implante-anticoncepcional-implanon-em-brasilia/">Implanon</a> é uma das opções mais utilizadas em Brasília, podendo ser inserido inclusive durante a amamentação.</p>]]></content:encoded>
					
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			</item>
		<item>
		<title>Porque não consigo engravidar? O que fazer?</title>
		<link>https://janayne.com.br/2020/12/08/porque-nao-consigo-engravidar-o-que-fazer/</link>
					<comments>https://janayne.com.br/2020/12/08/porque-nao-consigo-engravidar-o-que-fazer/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[WagnerC]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 08 Dec 2020 16:24:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ginecologia]]></category>
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					<description><![CDATA[Tentantes&#160;são todas as mulheres que estão tentando a gravidez, sejam aquelas que já realizaram algum tratamento para fertilidade ou mesmo quem está iniciando as tentativas de gestação espontânea. Um casal deve procurar ajuda profissional após 1 ANO de tentativas de engravidar sem sucesso. No caso de mulheres &#62; 35 anos após 6 MESES de tentativas, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>  Tentantes&nbsp;são todas as mulheres que estão tentando a gravidez, sejam aquelas que já realizaram algum tratamento para fertilidade ou mesmo quem está iniciando as tentativas de gestação espontânea.</p>
<p>  Um casal deve procurar ajuda profissional após 1 ANO de tentativas de engravidar sem sucesso. No caso de mulheres &gt; 35 anos após 6 MESES de tentativas, devido a queda natural da fertilidade.</p>
<p><strong>Quais as chances de engravidar durante o per</strong><strong>í</strong><strong>odo f</strong><strong>é</strong><strong>rtil por m</strong><strong>ê</strong><strong>s ??  </strong><strong></strong></p>
<ul class="wp-block-list">
<li>20% engravidam no primeiro mês&nbsp;</li>
<li>70% engravidam em 3 meses</li>
<li>88% engravidam em 6 meses</li>
<li>Após 4 anos &lt; 5% de chances de engravidar de forma natural. Corrida contra o tempo.</li>
</ul>
<p><strong>Como aumento as chances de engravidar naturalmente??  </strong><strong></strong></p>
<ul class="wp-block-list">
<li>&nbsp;Frequência sexual:&nbsp; Diária ou a cada 2 dias.</li>
<li>Identifique seu Padrão menstrual e o Período fértil: Muco cervical / Testes de ovulação = ( Aplicativos ajudam bastante: ex.: FLO)</li>
<li>Hábitos saudáveis: emagreça, atividade física, alimentação saudável, uso do Acido Fólico (pelo menos 3 meses antes de engravidar)</li>
<li>Não fume / Sem álcool ou Drogas</li>
<li>Controle sua ansiedade. Sabemos o quanto é angustiante esse período. Faça Meditação.</li>
</ul>
<p><strong>Principais causas de infertilidade?</strong><strong></strong></p>
<ul class="wp-block-list">
<li>&nbsp;Ovariana &#8211; Baixa reserva ovariana,&nbsp; Síndrome dos ovários policísticos, Obesidade, Hipo/Hipertireoidismo, Hiperprolactinemia e Atividade física intensa</li>
</ul>
<ul class="wp-block-list">
<li>&nbsp;Tubárea &#8211; Obstrução tubárea ( uni ou bilateral), Endometrite &#8211; clamídia, DIP, Infecção crônica, reinfecções frequentes</li>
</ul>
<ul class="wp-block-list">
<li>Uterina &#8211; Miomas , Pólipos, Sinequias, Malformações</li>
</ul>
<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Masculina: &#8211; Varicocele ( varizes escorrais), </strong><strong>oligozoospermia, azoospermia, hipo/aspermia, vasectomia ?? </strong><strong></strong></li>
</ul>
<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Endometriose &#8211; At</strong><strong>é </strong><strong>50% das mulheres com infertilidade ( atenção com as pacientes sintom</strong><strong>á</strong><strong>ticas) </strong><strong></strong></li>
</ul>
<p><strong>Quem investigar?</strong><strong></strong></p>
<p>– Sempre o casal simultaneamente – alta prevalência de associações. É muito comum os parceiros culparem as mulheres pela infertilidade, sendo que as vezes a causa pode ser de origem masculina.</p>
<p><strong>Como Investigar ? </strong><strong></strong></p>
<p>&#8211; Perfil hormonal ( Masculino e Feminino )</p>
<p>&#8211; Ultrassonografia transvaginal seriada com contagem de folículos antrais</p>
<p>&#8211; Histeroscopia&nbsp; / &#8211;&nbsp; Ressonância magnética ( malformações )</p>
<p>&#8211; Histerossalpingografia</p>
<p>&#8211; USG TV com preparo intestinal ( para endometriose) = excelente exame.</p>
<p>&#8211; Homens:</p>
<p>  • &nbsp;2 espermogramas COM PROCESSAMENTO SEMINAL (manuais / kruger)</p>
<p>  • Cariótipo e Pesquisa microdeleções cromossomo Y</p>
<p>  • USG com Doppler de bolsa testicular</p>
<p><strong>Quando encaminhar ao especialista (REPRODU</strong><strong>ÇÃ</strong><strong>O HUMANA) ?  </strong><strong></strong></p>
<p>&#8211; Infertilidade ≥ 2 anos</p>
<p>&#8211; Idade da mulher ≥ 38 anos</p>
<p>&#8211; Baixa reserva ovariana</p>
<p>&#8211; Fatores: tubário, masculino ou misto de infertilidade e endometriose</p>
<p>&#8211; Falha no tratamento com CC ou letrozol</p>
<p><strong>Quais Tratamentos podemos fazer ? </strong><strong></strong></p>
<p>&#8211; Indutor de ovulação = 1 linha &#8211; Letrozol. Atenção: Cuidado com a síndrome do hiperestímulo ovariano</p>
<p>&#8211; Baixa complexidade: Coito programado ou Inseminação artificial: As taxas de sucesso podem variar entre 10% e 20% dos casos. Tentar no máximo 3 vezes</p>
<p>&#8211; Alta complexidade: FIV ( Fertilização in vitro com PGT-A ) &#8211; para excluir cromossopatias</p>
<p>&#8211; Infertilidade Masculina: Reversão de vasectomia até 10 anos de cirurgia, PESA, MESA, TESE (Biopsia testicular).</p>
<p>  A fase de&nbsp;tentante&nbsp;é muito importante e sensível para o casal, que deve receber apoio da família e também de profissionais capacitados, caso optem para um tratamento de infertilidade, sendo fundamental que as reais chances de sucesso sejam sempre esclarecidas e explicadas antes da realização de qualquer procedimento.</p>
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		<title>O que fazer para não ter corrimento ?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[WagnerC]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 08 Dec 2020 16:21:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ginecologia]]></category>
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					<description><![CDATA[Para evitar infecções e doenças vaginais que podem causar corrimento, é importante fazer diariamente uma boa higiene íntima, 1 a 2 vezes por dia. Para isso, deve sempre lavar a região íntima com água abundante e uma gota de sabonete sem nunca esfregar em exagero. Depois de lavar, deve secar cuidadosamente a região íntima e [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Para evitar infecções e doenças vaginais que podem causar corrimento, é importante fazer diariamente uma boa higiene íntima, 1 a 2 vezes por dia. Para isso, deve sempre lavar a região íntima com água abundante e uma gota de sabonete sem nunca esfregar em exagero. Depois de lavar, deve secar cuidadosamente a região íntima e vestir uma calcinha lavada.</p>
<p><strong>Por isso </strong><strong>é </strong><strong>importante: </strong><strong></strong></p>
<ul class="wp-block-list">
<li>Não lave internamente a vagina;</li>
<li>Não use Duchas Vaginais;</li>
<li>Escolha sabonete neutro e, de preferência, líquido para lavar a região íntima;</li>
<li>Evite o uso de sabonetes perfumados;</li>
<li>Diminua os banhos de espuma;</li>
<li>Prefira papel higiênico sem perfume;</li>
<li>Evitar o uso de lenços umedecidos ou use com moderação;</li>
<li>Evite usar talcos;</li>
<li>Usar calcinha de algodão;</li>
<li>Dormir sem calcinha (permite que o ar circule livremente, evitando a proliferação de bactérias);</li>
<li>Não usar protetor diário como&nbsp;Carefree&nbsp;por exemplo;</li>
<li>Evitar esfregar muito a região íntima, mesmo com sabonete íntimo;</li>
<li>Sempre usar preservativo (camisinha) durante as relações sexuais;</li>
<li>Use uma nova ferramenta de barreira (como um preservativo) se mudar da atividade anal para a vaginal durante o sexo;</li>
<li>Fique atenta à higiene após a evacuação e relações sexuais;</li>
<li>Certifique-se de que a roupa íntima está totalmente seca antes de usar e que ela secou em local arejado e seco;</li>
<li>Evitar o uso de roupas sintéticas e apertadas;</li>
<li>Atente-se à escolha do vestuário &#8211; eles devem ser confortáveis e permitirem ventilação da área genital. Roupas de algodão cumprem bem esse papel.</li>
<li>Escolha sabões e amaciantes suaves para lavagem da roupa íntima;</li>
<li>Nunca consuma antibióticos sem orientação médica;</li>
<li>Mantenha uma dieta equilibrada, dormir bem, reduzir o consumo de álcool e tabaco;</li>
<li>Adote medidas de controle do estresse, como: meditação, caminhada ao ar livre e atividade física;</li>
</ul>
<p>  Um ambiente vaginal saudável diminui a probabilidade de contrair uma IST e ajuda a evitar o surgimento de infecções vaginais e a proteger a mucosa vaginal, evitando assim o desenvolvimento de fungos ou bactérias que podem causar algum tipo de corrimento.</p>
<p>  Além disso, é muito importante visitar regularmente seu ginecologista, para identificar alterações na região íntima com antecedência e receber o tratamento adequado para cada um dos tipos de corrimento. Desse modo, sempre consulte o especialista e mantenha seus&nbsp;exames&nbsp;de rotina em dia.</p>
<p>Gostaram das dicas ? Me conta: Qual dessas medidas, você já fazia?</p>
<p>REFERENCIAS BIBLIOGRÁFICAS:</p>
<p>1. GUIA PRÁTICO DE CONDUTAS SOBRE HIGIENE GENITAL FEMININA. Direitos reservados à FEBRASGO &#8211; Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia. São Paulo &#8211; 2009.</p>
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